A Vida é Diferente da Ponte Pra Cá?

Universidade de São Paulo

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Departamento de História

Disciplina: Uma História para a Cidade de São Paulo: Um Desafio Pedagógico

Professora: Antonia Terra de Calazans Fernandes

Sequência Didática

Nome: Dayane Santiago Nascimento        N° USP 6838603

São Paulo, 13 de dezembro de 2013.

 

 

A Vida é Diferente da Ponte Pra Cá?[1]

Objetivos:

            Despertar visão crítica nos alunos quanto a realidade do bairro onde residem, da condição social e identidade racial, para que criem sua própria imagem da realidade e de transformação do seu cotidiano.


Conteúdos:

            Esta sequência busca uma análise da região sul da cidade, do cotidiano e das diferentes visões e propostas para sua realidade. O significado da definição do lugar “da ponte pra cá” e seus agentes. Uma região que durante muitos anos estampou violência nos jornais e que ainda enfrenta grandes problemas de estrutura urbana e social, uma realidade a ser pensada pra ser modificada por seus moradores, seus agentes históricos.

Publico alvo: Alunos do Ensino Médio[2].

Número de aulas: 3

 

Ditadura: Mulheres em ação

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS

PROFESSORA DOUTORA ANTONIA TERRA CALAZANS FERNANDES

JOABE FRANÇA MENDONÇA N° USP: 8030008

DITADURA: MULHERES EM AÇÃO.

SÃO PAULO
2014

 

Tema: Ditadura militar e a participação das mulheres.

Público Alvo: Alunos do Ensino Médio


Duração das Atividades: A sequência está dividida em atividades, logo não há um tempo rígido para a realização das mesmas. Cada turma apresenta sua realidade, portanto o ritmo dependerá dos discentes e do docente. Acreditamos que um período ideal é o de seis aulas.


Objetivos:


Explicar os principais temas referentes ao regime militar estabelecido no Brasil em 1964 (as causas do golpe, como se dão os projetos de governos e a luta contra a ordem estabelecida), e destacar o papel feminino neste momento, isto porque notamos que apesar dos avanços conquistados pelos grupos feministas nas últimas décadas, ainda não se dá o devido destaque às mulheres neste período. A perspectiva desta sequência didática é de fomentar o discurso crítico dos alunos, ou seja, fazê-los entender a agência de atores individuais e grupos “esquecidos” nas análises historiográficas e livros didáticos. Para tanto, partirmos do presente, pois assim acreditamos dar uma maior significância no que se aprende.

A Educação no Brasil nos Séculos XX e XVI

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

A Educação no Brasil nos Séculos XX e XVI

Pedro José de Carvalho Neto

Nº USP: 8981497

 

 

TEMA – A Educação no Brasil nos Séculos XX e XVI.

OBJETIVO – Através de análise de textos, filmes e criando debates, trazer para a escola o tema da história da educação no Brasil, com ênfase no ensino primário, que costuma ser pouco explorado dentro de sala de aula, focando nos séculos XX e XXI, contextualizando a situação da educação dentro desse período, de maneira que os alunos relacionem a situação apresentada com os acontecimentos históricos no Brasil e criando nos alunos uma visão crítica do atual momento da educação no país.

PUBLICO ALVO – Aluno do terceiro ano do ensino médio de escolas públicas, que já tenham conhecimento prévio do período republicano brasileiro. 

DURAÇÃO TOTAL – Aproximadamente 4 aulas.

MATERIAIS NECESSÁRIOS – Notebook e projetor para o filme São Paulo: Sinfonia da Metrópole (https://www.youtube.com/watch?v=JZUPyq10q9I) e outros vídeos, e excertos Conversas com Historiadores Brasileiros, de José Geraldo Vinci de Moraes e José Marcio Rego, que deveram ser entregues aos alunos para análise e debate, assim como os dados retirados do site do IBGE (http://www.ibge.gov.br/).