Vida e espírito urbano em Jundiaí

Aluno: Gabriel Silva Ramos Zani

Número USP: 8576477

Docente responsável: Prof. Dra. Antonia Terra Calazans Fernandes

Disciplina USP: Uma história para a cidade de São Paulo: Um desafio pedagógico

 

A sequência didática

Este projeto didático tem como problema central, para a sua respectiva análise, os reflexos da urbanização na cidade de Jundiaí.

O projeto de estudo é destinado aos alunos de Ensino Médio.

O programa oferecido tem como missão, suscitar a curiosidade dos alunos e, ao mesmo tempo, contribuir ao recrudescimento do conhecimento histórico e sociológico de cada estudante sobre a sua cidade. Logo, o professor tem como missão, não só facilitar, mas também clarear a compreensão do corpo discente a partir de sua explicação, que deve ser dividida em partes.

O projeto de ensino usa como fontes revistas, dados, livros, fotos e jornais. Com estes instrumentos de estudo, é possível que o professor realize dinâmicas e debates em sala de aula, em duas aulas de 45 minutos.

 

Objetivos

Descobrir o sentido do tempo e o valor da memória de Jundiaí. Relacionar o processo de imigração e industrialização ao crescimento urbano do município. Assistir os alunos no estudo das transformações ocorridas na cidade. Observar e analisar criticamente os efeitos da modernização de uma área. Realização de propostas positivas para melhorias da cidade, em conjunto com os alunos.

 

A Revolta dos Malês, em Salvador da Bahia (1835).

Ensino de História: Teoria e prática (FLH0421)                 Sequência didática - 2015

Docente: Antônia F. C. Terra                                                           Rubens Baldini Neto

 

 

 

Introdução

A cultura é a herança de uma sociedade, o conjunto de objetivos materiais que permitem ao grupo assegurar sua vida cotidiana e a de instituições que coordenam as atividades dos membros dos grupos, de representações coletivas que constituem uma concepção do mundo, uma moral, uma arte. E esse conjunto é transmitido de geração a geração, para cada membro da sociedade, por meio do processo educativo. (Kabenguele MUNANGA, 1986)[1]

 

                A importância do estudo da História da África e dos afro-brasileiros em todos os níveis da Educação brasileira refletida na Lei 11.645/08 foi resultado da luta do movimento negro pela afirmação e valorização de sua cultura como forma de combate ao racismo, que sempre foi negado pela classe dominante brasileira[2], mas que ganhou argumentação consistente nas décadas de 1930 e 1940 com a profusão do “mito da democracia racial no Brasil” excluindo a população negra dos lugares de destaque e as marginalizando.[3]

 

            Assim, podemos afirmar que o ensino de História da África, da cultura e da luta dos afro-descentes no Brasil é importante para combater o racismo estrutural da nossa sociedade, mas vai além e possibilita o conhecer o outro, que na dinâmica da identidade-alteridade se constrói a pluralidade, a diversidade e o respeito.[4] É enriquecer a Educação e a formação dos jovens como um todo, por isso “as crianças e adolescentes que se identificam e são identificados como brancos têm muito a ganhar com o ensino qualificado das histórias e cultura afro-brasileira e indígena” como nos aclara Alberti (2013, p.28).[5]

 

Fotografia e música retratando São Paulo

Universidade de São Paulo
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História
Uma História da cidade de São Paulo
Prof. Antônia Terra
2º Semestre de 2013
Sequência didática
“Fotografia e Música retratando São Paulo”
José Luiz Ferreira Neto
Nº USP: 8577012
 
 
 

Tema: Fotografia e Música retratando São Paulo.

 

Justificativa: A fotografia ajudou de forma fundamental o trabalho do historiador. Ela surge como uma revolução. Poder guardar a imagem de uma época é uma janela incrível que se abriu no século XIX. Mais do que isso, ela é uma fonte de expressão, assim como a música, já que há, em ambas, o autor, o porquê ele a está fazendo e o contexto inserido.

A cidade de São Paulo foi musa de vários artistas, que retrataram-na das mais variadas formas. Exerceremos, então, um trabalho de reflexão e comparação entre estas duas artes: Música e Fotografia.

Objetivo: Discutir e debater, com alunos do ensino fundamental e médio, as diversas formas que São Paulo foi retratada. Compará-las entre si e estabelecer as semelhanças e diferenças entre ambas. O objetivo principal é transmitir as visões dos artistas para os alunos pelo viés fotográfico e musical, distanciando-se parcialmente dos métodos mais ortodoxos e não tão eficazes de ensino. A aula certamente será rica em interpretações, dinâmica.

 

Dinâmica da aula: A turma será dividida em grupos, o que possibilitará uma maior reflexão e discussão dos temas. Recomendo o uso de um aparelho de som e se possível um Datashow, ou algum outro instrumento que possa mostrar as fotografias de forma clara para que todos os alunos possam ver. O curso será dividido em três sessões, também divididas, que poderão abranger a quantidade de aulas de acordo com as possibilidades.