Trabalho comparativo entre História, Futebol e Violência
Aluno (a): Bruno Pereira Silva Cunha
Disciplina USP: Ensino de História: Teoria e Prática - 2008
Docente responsável: Professor : Maurício Cardoso
INTRODUÇÃO :
Aluno (a): Bruno Pereira Silva Cunha
Disciplina USP: Ensino de História: Teoria e Prática - 2008
Docente responsável: Professor : Maurício Cardoso
INTRODUÇÃO :
Aluno (a): Iamara de Almeida Nepomuceno
Docente responsável: Prof. Dr. Antônia Terra
Disciplina USP: Ensino de História: Teoria e pratica, São Paulo 2009
Sequência didática
Objetivos gerais
1- Trabalhar a história da África antes e durante a colonização;
2- Mostrar o período colonial com a perspectiva do colonizador e do colonizado;
3- Trabalhar com diferentes tipos de documentos pra analisar um assunto;
4- Aproximar os alunos da História e da literatura sobre África, sem necessariamente passar pelas imagens da escravidão;
5- Possibilitar que os alunos aprendam a fazer leituras de mapas históricos.
Objetivos específicos
1- Construir um imaginário em torno da África que considere seu dinamismo cultural econômico e político antes da chegada dos europeus;
2- Confrontar este imaginário com o imaginário dos europeus durante a estadia destes na África.
Ensino de História: Teoria e prática (FLH0421) Sequência didática - 2015
Docente: Antônia F. C. Terra Rubens Baldini Neto
Introdução
A cultura é a herança de uma sociedade, o conjunto de objetivos materiais que permitem ao grupo assegurar sua vida cotidiana e a de instituições que coordenam as atividades dos membros dos grupos, de representações coletivas que constituem uma concepção do mundo, uma moral, uma arte. E esse conjunto é transmitido de geração a geração, para cada membro da sociedade, por meio do processo educativo. (Kabenguele MUNANGA, 1986)[1]
A importância do estudo da História da África e dos afro-brasileiros em todos os níveis da Educação brasileira refletida na Lei 11.645/08 foi resultado da luta do movimento negro pela afirmação e valorização de sua cultura como forma de combate ao racismo, que sempre foi negado pela classe dominante brasileira[2], mas que ganhou argumentação consistente nas décadas de 1930 e 1940 com a profusão do “mito da democracia racial no Brasil” excluindo a população negra dos lugares de destaque e as marginalizando.[3]
Assim, podemos afirmar que o ensino de História da África, da cultura e da luta dos afro-descentes no Brasil é importante para combater o racismo estrutural da nossa sociedade, mas vai além e possibilita o conhecer o outro, que na dinâmica da identidade-alteridade se constrói a pluralidade, a diversidade e o respeito.[4] É enriquecer a Educação e a formação dos jovens como um todo, por isso “as crianças e adolescentes que se identificam e são identificados como brancos têm muito a ganhar com o ensino qualificado das histórias e cultura afro-brasileira e indígena” como nos aclara Alberti (2013, p.28).[5]