Nacionalismo e usos do passado: a representação dos Vikings

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
Felipe Uzeda Delgado
Nacionalismo e usos do passado: a representação dos Vikings.
Ensino de História: teoria e prática
Prof. Dr. Antônia Terra de Calazans Fernandes
São Paulo
2017
 
 
 
Tema: Nacionalismo e usos do passado: a representação dos vikings.
 
Objetivo: Através da análise de quadros do romantismo escandinavo buscar-se-á trabalhar com a classe como se dá a construção do passado, de forma que a classe compreenda como se dá sua recuperação e seu uso para atender interesses específicos, no caso, interesses nacionalistas.
 
Público alvo: Terceiro colegial
 
Duração total: 1 aula
 

Os índios na cidade de São Paulo: passado e presente

Nome: Eva Aparecida dos Santos Disciplina: História Pedagógica de São Paulo Professor: Antonia Terra Calazans Fernandes

 

     Os “índios” já estavam presentes nas terras que hoje chamamos de Brasil quando aqui chegaram os europeus. Durante esses cinco séculos muita coisa mudou na vida desses habitantes nativos, “os índios”, que na verdade não eram até aquele momento “índios”, mas sim várias etnias de povos distintos uns dos outros, que somente a partir da chegada dos europeus passaram a ser denominados assim; daí a primeira mudança. As demais

Segregações Não Institucionalizadas

 

                                                                                                              

 

SEGREGAÇÕES NÃO INSTITUCIONALIZADAS

 

Disciplina: Ensino de História:Teoria e Prática
Docente: Dra Antonia Terra Calazans Fernandes
Discente: Marcelo Vitale Teododo da Silva

 


Introdução - Relatório de Estágio


     O material didático apresentado como produto final na presente disciplina é fruto de experiências e
vivências que em conjunto subsidiaram não apenas o presente trabalho, como também a minha formação
enquanto acadêmico e para, além disso, como ser humano.


     Desta maneira, cabe destacar as várias referências que compuseram o repertório epistemológico e
semântico nesse processo que desembocou na solidificação deste processo de formação acadêmica e
profissional.


     Para tanto, a experiência do estágio foi fundamental para adensar as discussões nas temáticas da
historiografia com recorte étnico e social, deste modo, a escolha do local de vivência desta experiência foi crucial para a segmentação da minha formação.


     Logo, o presente estágio teve como local sede o Núcleo de Consciência Negra na USP (Universidade de
São Paulo), instituição de caráter político e social, inserida na sociedade com o fito de questionar a ausência se um segmento social específico dentro da presente universidade, relativo à população negra, e de tal modo, objetivando primordialmente a inserção dos mesmos neste espaço e em tantos outros do qual é privado de acesso.


     Dentre as atividades promovidas pela presente instituição, destaca-se entre as suas frentes, o projeto de
cursinho comunitário, voltado à população negra e baixa renda, no qual ministro aulas de história do Brasil,
buscando dialogar sempre a historia com a discussão racial.


     Assim, o cursinho e as presentes aulas por mim ministrada, constituíram-se como um laboratório
interessante, bem como, conferiram-me em paralelo com as oficinas que empreendi no mesmo espaço, onde as propostas pedagógicas abordando a presente problemática em diálogo com as temáticas das novelas, a moda, penteados e a literatura, levados para discussão pelos próprios alunos, converteram-se como interessante instrumento de interligação da discussão histórica com o contexto étnico racial contemporâneo.


     Objetivou-se, mediante o exposto, um mapeamento dos preconceitos inerentes a presente discussão,
fomentando problematizações intrínsecas as mesmas, em diálogo com os respectivos papéis desempenhados por estes na sociedade.