Jovens na arena política: participação dos jovens nos movimentos políticos

• Aluno (a): Rodrigo Refulia 

 

Artigo referente a atuação dos jovens nos movimentos políticos que o mundo contemplou a partir da década de 60, a partir deste ponto pretendemos trabalhar o tema mais amplo da Rebeldia e Juventude.

 

Após o maio de 68 o mundo se deparou com mudanças no mundo político, pouco estudadas, que tiveram participação direta dos jovens. São elas: Revolução dos Cravos, Revolução Iraniana e o Massacre da Praça da Paz Celestial. Em duas delas as aspirações juvenis por mudanças do status quo obtiveram êxito, em uma não. Mas o que estes movimentos têm em comum?

Ora, nos três casos temos a rebeldia dos jovens em relação a governos repressivos que não abriam canais de diálogos com a população.

Imagens do feminino: representações da mulher na propaganda durante e após a Segunda Guerra Mundial

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

Imagens do feminino: representações da mulher na propaganda durante e após a Segunda Guerra Mundial

SÃO PAULO

2015

Nathalia Pereira da Silva

FLH0421 - Ensino de História: Teoria e Prática

Profª Drª. Antonia Terra de Calazans Fernandes

 

 

Sequência didática

 

Tema:  Imagens  do  feminino:  representações  da mulher  na propaganda  durante  e após a Segunda Guerra Mundial

Público alvo: Alunos do 8º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio.

Duração: 1 a 2 aulas

 

Objetivos: Propomos utilizar questões sociais e econômicas que emergiram do contexto da Segunda Guerra Mundial nos Estados Unidos para discutir a construção de uma imagem feminina  ideal,  e  como  esta é tributária  de uma  construção  histórica.  A proposta  da aula envolve explorar algumas propagandas de meados do século XX que fazem referência direta ao  imaginário  norte-americano,  a  fim  de  oferecer  um  material  que  permita  aos  alunos perceber  e  questionar  as  concepções  construídas  acerca  do  papel  social  feminino  tanto naquele momento histórico, quanto no presente.

Nesse sentido, buscamos provocar a reflexão acerca da representação de grupos sociais em geral e do papel das imagens (tanto visuais, quanto verbais) que são difundidas sobre um determinado  grupo  podem  influenciar  na  construção  de  um  senso  comum  e  influenciar tomadas de decisões pessoais por aqueles que compartilham desse sistema de imagens.

A atividade  ainda  tem por intuito  desenvolver  habilidades de leitura de imagens, debate e leitura comparada de documentos.

 

Documentação: reproduções de propagandas políticas e publicitárias, e outras imagens. Sugerimos que a documentação seja projetada em tela. Caso não seja possível, o material pode ser impresso em A3 e trabalhado em frente à turma.

O PROTAGONISMO INDÍGENA NA LUTA POR DIREITOS NO BRASIL

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

 

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: O PROTAGONISMO INDÍGENA NA LUTA POR DIREITOS NO BRASIL

Érica Alves Cavalcante/nº USP: 7286106

2016

 

DISCIPLINA: ENSINO DE HISTÓRIA: TEORIA E PRÁTICA

DOCENTE: PROFA. DRA. ANTÔNIA TERRA CALAZANS FERNANDES

 

Tema: O protagonismo indígena na luta por direitos no Brasil.

 

Público Alvo: Alunos da 3ª série do EM. Nº de aulas: Média de 09 aulas. Objetivos:

§    Analisar  estratégias  de  povos  indígenas  na  luta  por  seus  direitos  em  diferentes contextos históricos.

§    Desenvolver a habilidade de analisar documentos históricos.

§    Refletir sobre a política indigenista do Estado brasileiro durante e depois da ditadura militar instaurada em 1964 no Brasil.

§    Refletir sobre o uso político da negação do caráter flexível, histórico e dinâmico das culturas indígenas.

 

Apontamentos preliminares:

 

A proposta a seguir foca a análise de diferentes contextos que possam evidenciar aos alunos a atuação de povos indígenas na luta por seus direitos em diferentes momentos da história do Brasil.

Os diferentes momentos dessa sequência didática permitem o desenvolvimento de conhecimentos factuais, procedimentais e atitudinais. Espera-se que os analisem estratégias de povos indígenas na luta por seus direitos, reflitam sobre a política indigenista do Estado brasileiro e do uso político da negação do caráter flexível, histórico  e  dinâmico  das  culturas  indígenas,  mas  também  que  desenvolvam  a habilidade de analisar documentos históricos e que trabalhem colaborativamente durante leitura e produção textual.