Quilombos
Nome: Claudius Roberto dos Santos da Silva
Numero: 5683332
Prof: Antonia Terra
Matéria: Ensino de História: Teoria e Prática
Tema:
- Quilombos
- Definição de quilombos pelas autoridades coloniais
- O entorno das áreas quilombolas (não eram sociedades isoladas à margem do sistema escravista)
- Participação dos quilombos em movimentos sociais e rebeliões
- O paradoxo dos quilombos e sua idealização (não era uma volta total às origens culturais africanas e derrubar a ideia de heroísmo atribuído a estas comunidades)
Objetivo:
Durante um longo período, a historiografia brasileira tem tratado o assunto Quilombo com pouca importância ou de modo tendencioso. Passando uma ideia equivocada do que era um quilombo (área onde todos eram recebidos de “braços abertos” e onde não havia hierarquias), como os seus membros se relacionavam com o seu entorno e sua estrutura social; criando, também, um mito sobre a cultura interna desta sociedade. Esta forma de ver os quilombos contaminou os livros didáticos e, por fim, as salas de aula.
O propósito deste trabalho é demonstrar dentro de uma perspectiva histórica algumas mistificações relacionadas aos quilombos (mistificações que são perpetuadas pelos manuais de história e por professores que pecam mais pela falta de conhecimento do assunto e pela escassa produção sobre o tema que por má-fé) e elucidá-las da forma mais clara e simples possível. E também apresentar um esquema de aula que tenha uma proposta didática clara e que esclareça e dissolva os velhos paradigmas.
Jovens na arena política: participação dos jovens nos movimentos políticos
• Aluno (a): Rodrigo Refulia
Artigo referente a atuação dos jovens nos movimentos políticos que o mundo contemplou a partir da década de 60, a partir deste ponto pretendemos trabalhar o tema mais amplo da Rebeldia e Juventude.
Após o maio de 68 o mundo se deparou com mudanças no mundo político, pouco estudadas, que tiveram participação direta dos jovens. São elas: Revolução dos Cravos, Revolução Iraniana e o Massacre da Praça da Paz Celestial. Em duas delas as aspirações juvenis por mudanças do status quo obtiveram êxito, em uma não. Mas o que estes movimentos têm em comum?
Ora, nos três casos temos a rebeldia dos jovens em relação a governos repressivos que não abriam canais de diálogos com a população.



