Jardim da Saúde, Vila Santo Estéfano, Água Funda... Muitos Bairros, Uma História

Disciplina USP: Disciplina USP: FLH0425 – Uma História para a Cidade de São Paulo: Um desafio Pedagógico

Aluno (a): Jaqueline Rodrigues de Lima

Docente responsável: Antonia Terra Calazans Fernandes
 

 

Finalidade

 

     Pretendemos traçar alguns paralelos entre a formação dos bairros: Jardim da Saúde, Vila Santo Stéfano e Água Funda pertencentes ao Distrito do Cursino, Zona Sul de São Paulo. Tentar compreender o fenômeno da multiplicidade de formas de ocupação que caracteriza áreas tão próximas geograficamente, mas tão diversas em termos sociais e econômicos. Os moradores do Jardim da Saúde orgulham-se em morar em um bairro planejado nos moldes da Cia. City, a mesma que planejou os Jardins, ou seja, se orgulham em morar em um bairro Modelo, com um elevado numero de praças, composto por casas espaçosas e com jardins, com ruas arborizadas e tranqüilas. Os bairros vizinhos: Vila Santo Stéfano e Água Funda (e outros que compõe este

Ocupações e resistências das mulheres negras na São Paulo do século XIX: Várzea do Carmo e Largo do Rosário

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História
Ocupações e resistências das mulheres negras na São Paulo do século XIX:
Várzea do Carmo e Largo do Rosário
Bárbara Lustoza da Silva Borba
São Paulo – SP
2013
 
Apresentação
 
A presente sequência didática tem como objetivo colocar em debate as diferentes
ocupações e resistências ocorridas na cidade de São Paulo em fins do século XIX e início
do século XX por parte de um setor social que não é lembrado frequentemente quando
tratamos deste recorte temporal e espacial: as mulheres negras trabalhadoras.
Tendo como ponto de partida uma perspectiva que vai contra a corrente da história
oficial e tradicional, concordamos com Carlos José Ferreira dos Santos em seu
questionamento sobre o local destinado à história de mulheres e homens, negras, negros
ou então pobres no geral, as/os quais já ocupavam postos de trabalho durante todo o
período escravista, e que não desapareceram dos seus postos de trabalho em
decorrência da abolição formal da escravatura:
 

Artigo: Velha Praga

Aluno (a): Laerte Matias Fernandes, Thiago Alves de Oliveira, Conrado Barbosa Silva, Denis Anderson Costa, Ícaro dos Santos Mello, Fabio de Souza Jorge, Angélica Brito Silva e Thassia Ferreira Ramos
Docente responsável: Maurício Cardoso
 

 

Velha Praga foi um artigo publicado no jornal O Estado de São Paulo em 1914. Este artigo inaugura a figura do anti-herói o Jeca Tatu em um texto em que Monteiro Lobato descarrega toda a sua indignação com as práticas incendiárias e ociosas do caipira.

 

Vamos aqui, analisar mais detalhadamente este artigo com o intuito de compreender os motivos que levaram Lobato a criticar e criar esse personagem tido por ele como um parasita.