Além da Industrialização

Mario Francisco Simões Junior, número USP: 6837644

Grazieli Chirosse Batista, número USP: 6837706
Docente responsável: Antonia Terra de Calazans Fernandes
 

 

alemdaindustrialização1

 

Proposta pedagógica: Os artesãos na São Paulo pós-fabril

 

1São Paulo, estimulada pelo dinheiro do café, despontou como principal centro industrial do Brasil. O prefeito Antônio Prado iniciou uma ampla reforma na cidade, modernizando-a e saneando-a sob o comando dos médicos Vital Brasil e Saturnino de Brito (…).

No final do século XIX, em busca de áreas mais distantes do centro, loteou-se outra área para as tradicionais famílias ricas, o bairro de Higienópolis. Os novos ricos, homens que enriqueceram por meio do comércio e da Indústria, afluíam à recém-inaugurada avenida paulista (…).

 

O Transporte público no Ensino de História

Sequência didática
Uma História para cidade de São Paulo: Um desafio pedagógico
Transportes Públicos da cidade de São Paulo:
“História do Passado e do Presente”
Aluno: André de Pina Moreira
Professora: Dra. Antonia Terra de Calazans Fernandes
Departamento de História
Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas
Universidade de São Paulo
São Paulo, 08 de Dezembro de 2013

 

Introdução: O Transporte público no Ensino de História


“As intenções educativas, isto é, aquilo que se pretende conseguir dos cidadãos mais jovens da sociedade, são reflexo da concepção social do ensino e, portanto, consequência da posição ideológica da qual se parte. Essas intenções ou propósitos educativos, explicitados ou não, determinam a importância daquilo que é relevante para os alunos aprenderem.” 1
(Antoni Zabala)


O que ensinar? Como ensinar? O que se pretende ao falar dos Bandeirantes? Revolução Constitucionalista? Ou quando se recorre aos jesuítas para explicar a fundação de São Paulo? Seguir estritamente os materiais didáticos, com seus temas já a muito consolidados, e as praticas tradicionais de ensino ou inovar e propor algo um pouco diferente aos alunos? Estas são questões pertinentes e vivamente presentes no dia-a-dia dos professores. Para nós, estas foram essenciais como ponto de partida e para estabelecer o tema desta sequência didática.


A decisão de trabalhar “Os transportes públicos da cidade de São Paulo” é fruto da nossa posição ante as diversas faces do Ensino e concepções do que é História. A partir daí, buscamos trazer para sala de aula um tema que se constitua realidade cotidiana dos alunos, assim como da maior parte dos outros cidadãos brasileiros. Pautamos, portanto, em uma abordagem histórica que tivesse sempre em conta as questões do “nosso próprio tempo”, principalmente aquelas essenciais à formação de cidadãos críticos e participativos. Em ultima instância, o que está colocado aqui é a necessidade de fazer emergir também o presente como aspecto importante da pesquisa e ensino da História, visando especialmente o reconhecimento por parte dos alunos de suas posições como agentes e sujeitos históricos.


As manifestações de Junho de 2013, ocorridas por todo Brasil, foi o maior incentivo para este trabalho. Identificadas no seu inicio como movimento de denuncia dos inúmeros problemas encontrados no sistema de transporte público, notadamente em oposição ao abusivo preço das tarifas, tornou se assunto obrigatório de rodas de amigos, meios de comunicações, debates

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1 ZABALA, Antoni. “Os enfoques didáticos”, in: COLL, César; MARTÍN, Elena; Et. Al (Orgs.). O Construtivismo na Sala de Aula. São Paulo: Editora Ática, 1996, p. 161.

 

Avenida São João ontem e hoje, um olhar fotográfico (1935-37/ 2010)

Aluno:William Gama dos Santos Período: Noturno N° USP: 5937101

Introdução: Uma das críticas freqüentemente realizadas a respeito dos materiais didáticos utilizados no ensino de história, é referente à má exploração das fontes iconográficas presentes nessas obras. É comum ver a iconografia ser utilizada apenas para ilustrar o texto, ou até mesmo em total desacordo com a análise textual proposta. Podemos dizer que são raros os trabalhos que permitem à exploração da fonte iconográfica como material de produção de conhecimento histórico, a regra vigente é a da subordinação da imagem ao texto. A proposta desse trabalho é subverter essa lógica. Pretendemos, através de alguns expedientes, ressaltar o valor da fonte iconográfica como instrumento de trabalho em sala de aula.A fonte de que tratamos nesse caso é um conjunto de fotografias que será o nosso