Contribuição da Arqueologia e da Etno-história enquanto suporte para o ensino de História

Docente responsável: Antônia Terra de Calazans Fernandes

Disciplina USP: FFLCH 0425
Aluno (a): Ricardo dos Santos Oleski

 

 

 

 

OBJETIVO. 

     A história das populações indígenas pré-cabralinas tem abordagem pouco privilegiada nos livros e manuais didáticos dos ensinos fundamentais e médios e, quando entram nesses materiais, são abordadas no capítulo da pré-história generalizando conceitos e desprezando peculiares culturais presentes em diversas regiões do espaço nacional. Portanto, esse trabalho oferece um incremento didático ao professor interessado em desenvolver junto aos seus alunos um olhar mais sofisticado acerca dos debates que ocorrem dentro das Ciências Sociais acerca das questões indígenas brasileiras.

     Dito isso, apresentamos um material embasado em contribuições recentes e clássicas de estudioso da Arqueologia, Antropologia e Etno-história, o qual funcionaria como um suporte didático ao professor da disciplina de História. Esse material foi dividido em três partes, podendo ser ministrado numa média de 5 a 9 aulas junto aos alunos do Ensino Médio de escolas públicas ou particulares. Abaixo, a divisão do material que propomos:

A Imagem da Mulher na História

Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Departamentode História
FLH 0421 – Ensino de História: Teoria e Pŕatica Profª Dra. Antônia Terra Calazans Fernandes
Aluno Rovilson Sanches Portela  n° USP: 7618804  
 
 
 SEQUÊNCIA DIDÁTICA N° 2 
   
APRESENTAÇÃO E ORIENTAÇÕES AO PROFESSOR 
 
 A sequência didática que segue foi desenvolvida por um aluno de graduação como proposta de atividade complementar às aulas de história no ensino médio. Não busca (nem seria possível) dar conta da história das mulheres, muito menos da história da arte e da literatura, mas apresenta um recorte que pretende ser representativo das transformações do espaço que as mulheres tiveram na sociedade ocidental ao longo dos séculos e das formas como elas foram (e são) representadas.
 
 É importante destacar que na dinâmica que propomos, o aluno tem um papel ativo na realização da oficina. A aula não terá um carácter expositivo, nem um conteúdo mínimo que deverá sem ensinado, mas problemáticas que podem ser tratadas e resolvidas pelos alunos com os conhecimentos que eles já possuem. O mais importante é o processo de elaboração das análises e formulação de possíveis respostas, e não a reprodução do muito conhecimento já acumulado sobre os assuntos.
 
 Ao pensar sobre as pinturas e sobre os textos literários, os alunos já estarão aprendendo bastante, mas ao pensar sobre eles criticamente, absorverão melhor as temáticas tratadas e se tornarão produtores do seu próprio conhecimento. 
 
 A temática escolhida, mesmo sabendo da possível polêmica entre os jovens acerca dos corpos nus, deve ser entendida como somente representação artística, como um dos temas mais recorrentes nas artes, mesmo que a imagem do corpo feminino tenha evoluido conforme a percepção dos coevos acerca do papel que a sociedade, pretendia a esses mulheres.  
 
 
 
TEMA 
O nu feminino na arte e a representação do espaço das mulheres na história  
 

África na Sala de Aula

Aluno (a): Iamara de Almeida Nepomuceno
Docente responsável: Prof. Dr. Antônia Terra
Disciplina USP: Ensino de História: Teoria e pratica, São Paulo 2009

 

 

Sequência didática

 

Objetivos gerais

     1-    Trabalhar a história da África antes e durante a colonização;

     2-    Mostrar o período colonial com a perspectiva do colonizador e do colonizado;

     3-    Trabalhar com diferentes tipos de documentos pra analisar um assunto;

     4-    Aproximar os alunos da História e da literatura sobre África, sem necessariamente passar pelas imagens da escravidão;

     5-    Possibilitar que os alunos aprendam a fazer leituras de mapas históricos.

 

Objetivos específicos

     1- Construir um imaginário em torno da África que considere seu dinamismo cultural econômico e político antes da chegada dos europeus;

     2-    Confrontar este imaginário com o imaginário dos europeus durante a estadia destes na África.