A Imagem da Mulher na História

Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Departamentode História
FLH 0421 – Ensino de História: Teoria e Pŕatica Profª Dra. Antônia Terra Calazans Fernandes
Aluno Rovilson Sanches Portela  n° USP: 7618804  
 
 
 SEQUÊNCIA DIDÁTICA N° 2 
   
APRESENTAÇÃO E ORIENTAÇÕES AO PROFESSOR 
 
 A sequência didática que segue foi desenvolvida por um aluno de graduação como proposta de atividade complementar às aulas de história no ensino médio. Não busca (nem seria possível) dar conta da história das mulheres, muito menos da história da arte e da literatura, mas apresenta um recorte que pretende ser representativo das transformações do espaço que as mulheres tiveram na sociedade ocidental ao longo dos séculos e das formas como elas foram (e são) representadas.
 
 É importante destacar que na dinâmica que propomos, o aluno tem um papel ativo na realização da oficina. A aula não terá um carácter expositivo, nem um conteúdo mínimo que deverá sem ensinado, mas problemáticas que podem ser tratadas e resolvidas pelos alunos com os conhecimentos que eles já possuem. O mais importante é o processo de elaboração das análises e formulação de possíveis respostas, e não a reprodução do muito conhecimento já acumulado sobre os assuntos.
 
 Ao pensar sobre as pinturas e sobre os textos literários, os alunos já estarão aprendendo bastante, mas ao pensar sobre eles criticamente, absorverão melhor as temáticas tratadas e se tornarão produtores do seu próprio conhecimento. 
 
 A temática escolhida, mesmo sabendo da possível polêmica entre os jovens acerca dos corpos nus, deve ser entendida como somente representação artística, como um dos temas mais recorrentes nas artes, mesmo que a imagem do corpo feminino tenha evoluido conforme a percepção dos coevos acerca do papel que a sociedade, pretendia a esses mulheres.  
 
 
 
TEMA 
O nu feminino na arte e a representação do espaço das mulheres na história  
 

A Greve de 1917, Contando a História de São Paulo

 
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS
ALEXIA SAYURI HINO – Nº USP: 9403750
SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A GREVE DE 1917, CONTANDO A HISTÓRIA DE SÃO PAULO
Trabalho da disciplina de História da Cidade de São Paulo do curso de História da Universidade de São Paulo.
Professora Antônia Terra Calazans Fernandes.
São Paulo
Dezembro de 2016
 
 
 
 
 
Sequência didática – História da cidade de São Paulo
 
1. Tema: A greve de 1917 contando a história de São Paulo
 
2. Justificativa:
 
A sequência didática aqui proposta visa uma articulação do passado com o presente na qual a história da cidade de São Paulo seja contada através da manifestação popular escolhida, no caso, a greve de 1917.
 
O que a greve de 1917 nos conta sobre a cidade de São Paulo? A partir dessa questão, foi possível preparar um conjunto de quatro aulas estimulantes, contendo conteúdos que proporcionam exposição, dinâmicas, análise de documentos e imagens. As aulas montadas, seguem uma linha cronológica, visando a compreensão aprofundada dos alunos sob o contexto e os antecedentes da greve de 1917.
 
Com isso, passa-se então pelos: industrialismo, o bairro operário (bairro do Brás), a cidade com imigrantes e por final, a grande greve. O conjunto de aulas, caminha para uma reflexão final sobre as condições de trabalho nos dias de hoje.
 
 
 
3. Objetivos:
a) Estabelecer um paralelo do passado com o presente
b) Analisar fontes documentais (fotos e jornais)
c) Fomentar reflexão dos alunos sobre as condições do trabalho (passado e presente)
d) Mostrar a ligação da história de São Paulo com o movimento operário do Brás
4. Ano/série: Ensino médio
5. Tempo previsto (número de aulas): 3 aulas (de 1hora cada)
 

Segregações Não Institucionalizadas

 

                                                                                                              

 

SEGREGAÇÕES NÃO INSTITUCIONALIZADAS

 

Disciplina: Ensino de História:Teoria e Prática
Docente: Dra Antonia Terra Calazans Fernandes
Discente: Marcelo Vitale Teododo da Silva

 


Introdução - Relatório de Estágio


     O material didático apresentado como produto final na presente disciplina é fruto de experiências e
vivências que em conjunto subsidiaram não apenas o presente trabalho, como também a minha formação
enquanto acadêmico e para, além disso, como ser humano.


     Desta maneira, cabe destacar as várias referências que compuseram o repertório epistemológico e
semântico nesse processo que desembocou na solidificação deste processo de formação acadêmica e
profissional.


     Para tanto, a experiência do estágio foi fundamental para adensar as discussões nas temáticas da
historiografia com recorte étnico e social, deste modo, a escolha do local de vivência desta experiência foi crucial para a segmentação da minha formação.


     Logo, o presente estágio teve como local sede o Núcleo de Consciência Negra na USP (Universidade de
São Paulo), instituição de caráter político e social, inserida na sociedade com o fito de questionar a ausência se um segmento social específico dentro da presente universidade, relativo à população negra, e de tal modo, objetivando primordialmente a inserção dos mesmos neste espaço e em tantos outros do qual é privado de acesso.


     Dentre as atividades promovidas pela presente instituição, destaca-se entre as suas frentes, o projeto de
cursinho comunitário, voltado à população negra e baixa renda, no qual ministro aulas de história do Brasil,
buscando dialogar sempre a historia com a discussão racial.


     Assim, o cursinho e as presentes aulas por mim ministrada, constituíram-se como um laboratório
interessante, bem como, conferiram-me em paralelo com as oficinas que empreendi no mesmo espaço, onde as propostas pedagógicas abordando a presente problemática em diálogo com as temáticas das novelas, a moda, penteados e a literatura, levados para discussão pelos próprios alunos, converteram-se como interessante instrumento de interligação da discussão histórica com o contexto étnico racial contemporâneo.


     Objetivou-se, mediante o exposto, um mapeamento dos preconceitos inerentes a presente discussão,
fomentando problematizações intrínsecas as mesmas, em diálogo com os respectivos papéis desempenhados por estes na sociedade.