Educar para preservar o patrimônio paleontológico de Marília e região

EDUCAR   PARA    PRESERVAR   O    PATRIMÔNIO    PALEONTOLÓGICO    DE

MARÍLIA E REGIÃO

ANTÔNIO APARECIDO PRIMO (NICO)

 

 

1- Introdução

 

Marília localiza-se numa região onde foram descobertos importantes fósseis de dinossauros e outros animais antigos, graças ao trabalho do paleontólogo William Nava. Com apoio da Prefeitura Municipal ele montou um Museu de Paleontologia.

A Unidade 1 do livro didático SESI-SP trata sobre origem da vida na Terra. O material didático dessa rede de ensino, entre as primeiras expectativas de aprendizagem, indica: “Reconhecer que as manifestações culturais se tornam patrimônio a partir da expressão da cultura material e imaterial, com ênfase na história local”.

Isto nos levou a propor, no plano de ensino, uma visita ao Museu e o estudo da importância da região de Marília para a Paleontologia brasileira.

O relato a seguir refere-se a experiências desenvolvidas anualmente com 11 turmas de 6° anos entre 2011 e 2014.

 

Entre os objetivos destacamos: ensinar os estudantes a olhar para um museu como documento histórico, ou seja, perceber que sua exposição foi montada por pessoas que selecionaram o conteúdo exposto; estudar como a teoria da evolução das espécies explica o aparecimento da vida e dos homens na Terra; valorizar a preservação do patrimônio cultural local.

Mulheres Como Produtoras de Arte Visual no Século XX

Universidade de São Paulo
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História
Disciplina: Ensino de História: Teoria e Prática
Docente: Antonia Terra Calazans Fernandes
Aluna: Milena Maria de Sá Silva nºUSP: 8030082 Período: Noturno
 
 
 
Sequência didática 1 As mulheres como produtoras de arte visual no século XX
 
Tema
Análise de obras de arte visual no ensino de História
 
 
Objetivos
A sequência de atividades a seguir tem o intuito de trazer visibilidade para a produção de arte visual pelas mulheres ao longo do século XX, uma vez que o meio artístico sempre foi brutalmente excludente das mulheres como agentes ativas no processo de criação das suas obras.
 
Espera-se que os alunos tomem conhecimento desses fatos e percebam a participação ativa das mulheres ao longo do período. Também é esperado que os alunos se respeitem nas discussões, que pensem e se expressem criticamente, que aprendam a analisar imagens e por fim que tragam contribuições, sendo assim ativos na construção do conhecimento acerca do tema.
 
Público-alvo
Alunos dos três anos do Ensino Médio
 
Conteúdos trabalhados
História da Arte, História das Mulheres, Agência Histórica (Protagonismo), Diversidade.
 

Nazismo e preconceito

 

• Aluno (a): Vivian Luise Kroper N° USP: 5738325

São Paulo, 10 de dezembro de 2009
• Disciplina USP: Ensino de História: Teoria e Prática
• Docente responsável: Antonia Terra de Calazans Fernandes
 

 

Nazismo e Preconceito

Série:

ano do Ensino Médio.

 

Quantidade de aulas:

Seis aulas.

 

Introdução:

Tratar com os alunos sobre nazismo permite historicizar as idéias que fundamentaram esse movimento político e perceber o alcance temporal e espacial do que esse regime idealizava. O estudo desse tema permite analisar aspectos fundamentais da história do mundo durante o século XX, incluindo as justificativas ideológicas e as estratégias usadas para se criar a denominada "raça pura".

 

Também é possível efetuar a análise das relações entre história e cinema, pois são inúmeros os filmes que tratam do nazismo, além de trabalhar com imagens, já que a propaganda nazista se utilizou fortemente delas para introduzir a sua ideologia.