Mulheres Como Produtoras de Arte Visual no Século XX

Universidade de São Paulo
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História
Disciplina: Ensino de História: Teoria e Prática
Docente: Antonia Terra Calazans Fernandes
Aluna: Milena Maria de Sá Silva nºUSP: 8030082 Período: Noturno
 
 
 
Sequência didática 1 As mulheres como produtoras de arte visual no século XX
 
Tema
Análise de obras de arte visual no ensino de História
 
 
Objetivos
A sequência de atividades a seguir tem o intuito de trazer visibilidade para a produção de arte visual pelas mulheres ao longo do século XX, uma vez que o meio artístico sempre foi brutalmente excludente das mulheres como agentes ativas no processo de criação das suas obras.
 
Espera-se que os alunos tomem conhecimento desses fatos e percebam a participação ativa das mulheres ao longo do período. Também é esperado que os alunos se respeitem nas discussões, que pensem e se expressem criticamente, que aprendam a analisar imagens e por fim que tragam contribuições, sendo assim ativos na construção do conhecimento acerca do tema.
 
Público-alvo
Alunos dos três anos do Ensino Médio
 
Conteúdos trabalhados
História da Arte, História das Mulheres, Agência Histórica (Protagonismo), Diversidade.
 

Segregações Não Institucionalizadas

 

                                                                                                              

 

SEGREGAÇÕES NÃO INSTITUCIONALIZADAS

 

Disciplina: Ensino de História:Teoria e Prática
Docente: Dra Antonia Terra Calazans Fernandes
Discente: Marcelo Vitale Teododo da Silva

 


Introdução - Relatório de Estágio


     O material didático apresentado como produto final na presente disciplina é fruto de experiências e
vivências que em conjunto subsidiaram não apenas o presente trabalho, como também a minha formação
enquanto acadêmico e para, além disso, como ser humano.


     Desta maneira, cabe destacar as várias referências que compuseram o repertório epistemológico e
semântico nesse processo que desembocou na solidificação deste processo de formação acadêmica e
profissional.


     Para tanto, a experiência do estágio foi fundamental para adensar as discussões nas temáticas da
historiografia com recorte étnico e social, deste modo, a escolha do local de vivência desta experiência foi crucial para a segmentação da minha formação.


     Logo, o presente estágio teve como local sede o Núcleo de Consciência Negra na USP (Universidade de
São Paulo), instituição de caráter político e social, inserida na sociedade com o fito de questionar a ausência se um segmento social específico dentro da presente universidade, relativo à população negra, e de tal modo, objetivando primordialmente a inserção dos mesmos neste espaço e em tantos outros do qual é privado de acesso.


     Dentre as atividades promovidas pela presente instituição, destaca-se entre as suas frentes, o projeto de
cursinho comunitário, voltado à população negra e baixa renda, no qual ministro aulas de história do Brasil,
buscando dialogar sempre a historia com a discussão racial.


     Assim, o cursinho e as presentes aulas por mim ministrada, constituíram-se como um laboratório
interessante, bem como, conferiram-me em paralelo com as oficinas que empreendi no mesmo espaço, onde as propostas pedagógicas abordando a presente problemática em diálogo com as temáticas das novelas, a moda, penteados e a literatura, levados para discussão pelos próprios alunos, converteram-se como interessante instrumento de interligação da discussão histórica com o contexto étnico racial contemporâneo.


     Objetivou-se, mediante o exposto, um mapeamento dos preconceitos inerentes a presente discussão,
fomentando problematizações intrínsecas as mesmas, em diálogo com os respectivos papéis desempenhados por estes na sociedade.