Quilombos

Nome: Claudius Roberto dos Santos da Silva
Numero: 5683332
Prof: Antonia Terra
Matéria: Ensino de História: Teoria e Prática

 

 

Tema:

 

  •  Quilombos
  •  Definição de quilombos pelas autoridades coloniais
  •  O entorno das áreas quilombolas (não eram sociedades isoladas à margem do sistema escravista)
  •  Participação dos quilombos em movimentos sociais e rebeliões
  •  O paradoxo dos quilombos e sua idealização (não era uma volta total às origens culturais africanas e derrubar a ideia de heroísmo atribuído a estas comunidades)

Objetivo:

 

          Durante um longo período, a historiografia brasileira tem tratado o assunto Quilombo com pouca importância ou de modo tendencioso. Passando uma ideia equivocada do que era um quilombo (área onde todos eram recebidos de “braços abertos” e onde não havia hierarquias), como os seus membros se relacionavam com o seu entorno e sua estrutura social; criando, também, um mito sobre a cultura interna desta sociedade. Esta forma de ver os quilombos contaminou os livros didáticos e, por fim, as salas de aula.
           O propósito deste trabalho é demonstrar dentro de uma perspectiva histórica algumas mistificações relacionadas aos quilombos (mistificações que são perpetuadas pelos manuais de história e por professores que pecam mais pela falta de conhecimento do assunto e pela escassa produção sobre o tema que por má-fé) e elucidá-las da forma mais clara e simples possível. E também apresentar um esquema de aula que tenha uma proposta didática clara e que esclareça e dissolva os velhos paradigmas.

 

As linguagens das fontes históricas: o trabalho com fontes orais no estudo das brincadeiras dos pais e avós dos alunos do 5º ano

 
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
FACULDADE DE HISTÓRIA
 
Uma História para a Cidade de São Paulo: Um Desafio Pedagógico
Professora Antônia Terra
Plano de aula
As linguagens das fontes históricas: o trabalho com fontes orais no estudo das brincadeiras dos pais e avós dos alunos do 5° ano
Aluna: Meire de Souza Silva N.USP 7457718
São Paulo,
2013
 
 
 
“A criança que não brinca não é feliz,
ao adulto que quando criança não brincou,
falta-lhe um pedaço no coração”.
Ivan Cruz, artista plástico.
 
 
 
 
Justificativa
 
O bairro Jardim Educandário se localiza na Zona Oeste da cidade de São Paulo, entre as rodovias Raposo Tavares e Régis Bittencourt. Trata-se de uma região que cresceu basicamente de forma horizontal, predominando construções residenciais e comerciais. Muitas casas não têm reboco nas paredes, revelando um padrão de vida bastante simples dos seus moradores. Os estabelecimentos comerciais são, geralmente, de donos que moram no próprio bairro, ou de redes varejistas de porte médio, como as redes Clímax e Rod & Raf.
 
Uma característica do bairro é a falta de espaços de lazer para as famílias, problema apenas amenizado com construção e inauguração do CEU Uirapuru, em 2008. Para as crianças, talvez essa questão seja a mais significativa, já que as impede de vivenciar de forma segura e saudável sua infância, sendo obrigadas a permanecer confinadas dentro de casa ou usar a rua como espaço de brincadeiras, se arriscando entre carros, caminhões e ônibus.
 
Como essa é uma região “dormitório” da cidade de São Paulo, muitas famílias necessitam de instituições onde possam deixar seus filhos quando estão no trabalho. Existem os CEI (Centro de Educação Infantil), as EMEI (Escola Municipal de Educação Infantil) e as EMEF (Escola Municipal de Ensino Fundamental) para atender às necessidades dos pais. Os espaços dessas instituições são utilizados pelas crianças do bairro tanto nos horários das aulas quanto nos finais de semana. Mesmo assim, são escassas as opções de lazer para as crianças.
 
Por outro lado, é preciso reconhecer as crianças do bairro se divertem de outras maneiras, notadamente com os aparelhos eletrônicos como os celulares e os videogames. Pelas suas características, são objetos que prescindem da necessidade de espaços públicos amplos e ao ar livre para serem utilizados.
 
Entendemos, contudo, que não se trata de uma simples questão de substituição de formas de lazer; pelo contrário, tanto as brincadeiras em parques e praças quanto aquelas em locais fechados são necessárias para que as crianças cresçam felizes e saudáveis.
 
Por isso, achamos importante que os alunos busquem informações sobre as formas de brincar vividas por seus pais e/ou avós quando crianças, pois dessa maneira elas podem perceber um aspecto importante da ciência histórica: as mudanças e permanências das práticas sociais, bem como reconhecer acontecimentos no tempo de curta e média duração.
 

Segunda Guerra Mundial, nazismo, hq, quadrinhos

Sequência Didática - Trabalho Final da disciplina Ensino de História: Teoria e Prática

Aluna: Beatriz Helena Silva

 

Objetivo: Acreditamos ser possível a utilização de histórias em quadrinhos, populares ou graphic novels, para a transmissão de conhecimento histórico. As HQs possuem uma linguagem  de  comunicação  própria,  mesclando  o  repertório  pictórico  e  escrito  na composição de sua narrativa, e que precisa ser entendido para não funcionarem como mera ilustração do conteúdo de uma aula expositiva. O objetivo é a partir da obra MAUS - A história de um sobrevivente, de Art Spiegelman, abordar a questão sensível em torno da Segunda Guerra Mundial, mais especificamente o da discriminação baseada na ideologia racial, que permitiu que o século XX fosse marcado pelo Holocausto, hoje parte de uma memória globalizada, e por mais uma série de perseguições motivadas por razões político, ideológicas e sociais. Pretendemos instigar a capacidade investigativa do aluno para fontes além da sala de aula, ampliando a sua capacidade de compreensão sobre o conteúdo programático, ao refletir sobre sua posição na sociedade de hoje, através da observação de permanências e transformações no transcorrer do processo histórico.