O Crescimento do Cinema na Cidade de São Paulo: Salas do Centro x Salas de Bairro

Aluno (a): Bruno Campos Conrado – nº USP: 6839160 Carina Regina Pestana Prado 

Disciplina USP: FLH0425 – Uma História para a Cidade de São Paulo: Um desafio Pedagógico
Docente responsável: Antonia Terra de Calazans Fernandes
 

 

INDICE

  • O crescimento do cinema na cidade de São Paulo .........................................1
  • O Inicio ...................................................................................................2
  • A dicotomia ..............................................................................................3
  • A expansão e a Cinelândia ...........................................................................5
  • A supremacia multiplex ...............................................................................7
  • Considerações finais ...................................................................................9
  • Proposta pedagógica .................................................................................11
  • Bibliografia ...............................................................................................13
  • Anexos .....................................................................................................14

 

O CRESCIMENTO DO CINEMA NA CIDADE DE SÃO PAULO

 

     Quantos cinemas possui esta Paulicéia querida? Creio que o número oscila entre 3 a 4 dezenas. Um cinema para cada 20 mil pessoas...

Vão ser inaugurados novos: um todo liró, gracioso à rua Domingos de Morais, quase vis-à-vis ao Phénix; outro à Av. Tiradentes, que será fatalmente um quartel de uma nova espécie naquela via guerreira, outro ainda à Barra Funda, o Roma, nome para atrair uma multidão de patrióticos súditos de sua majestade Victor Emmanuel que moram nas vizinhanças; e o mais luxuoso e confortável, à rua São Bento. Este irá competir com o Triângulo. Ambos lutarão pela

Educação da população negra no Brasil: dificuldades e mecanismos de resistência ao longo da história

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
FLH 0423 - A ESCOLA NO MUNDO CONTEMPORÂNEO
 
Educação da população negra no Brasil:
dificuldades e mecanismos de resistência ao longo da história
 
Sequência didática elaborada
para conclusão da disciplina ministrada pela
Profa. Dra. Antonia Terra Calazans Fernandes
Gisele Matos Chaves
Nº USP 8575879
SÃO PAULO
2017
 
 
TEMA
Educação da população negra no Brasil: dificuldades e mecanismos de resistência ao longo da história.
 
 
PÚBLICO ALVO
Professores de educação básica de qualquer ciclo/disciplina, atuantes, preferencialmente, na rede pública de ensino.
 
 
JUSTIFICATIVA
 
A historiografia da educação brasileira, por muito tempo, silenciou a trajetória traçada pela população negra no que diz respeito ao acesso à educação. Entretanto, nas últimas décadas, tem-se preocupado em compreender como se desenrolou esse processo ao longo da nossa história. Acreditamos que, por meio de uma análise concisa desse tema, é possível compreender aspectos da educação pública oferecida hoje, da qual pardos e pretos são os maiores beneficiários.
 
Como afirma Ramos (2005, p. 11),
 
A história da educação do negro traz para o nosso convívio determinações históricas de exclusão. Mas, também, traz possibilidades pelas identidades que revela, pelas formas de resistência cultural, pela tradição da história resguardada pelas práticas educativas populares, pelos valores ancestrais perpetuados pela memória dos mais velhos.
 
Faz-se necessário o desenvolvimento de uma formação de professores abrangendo temas como esse, visto que, muitos professores não estão cientes dos debates acerca da escolarização da população negra e seus mecanismos de resistência, seja para acessar a escola tradicional ou para desenvolver instituições próprias. Cruz (2005, p.30) declara que “a produção de conhecimentos e a introdução de temas e conteúdos sobre as trajetórias educacionais dos afro-brasileiros nos cursos de formação de professores podem contribuir com a formação de professores em condições de lidar solidariamente com a diversidade cultural do Brasil.”
 
Proporcionando tais discussões, espera-se que os professores reavaliem seus planos de aula e incorporem, efetivamente, as demandas da lei 10.639/10 para, assim, tentar, de alguma forma, aproximar os alunos do ambiente escolar e estabelecer, pois, a relação destes com o saber.
 

Sites Para o Ensino de História


SITES PARA O ENSINO DE HISTÓRIA
PESQUISA


ALUNO: Graduando: Bruno Fernandes Mamede - Número Usp: 6838238
DISCIPLINA: Ensino de História: Teoria e Prática
Profa. Antonia Terra de Calazans Fernandes

 

 

Ao longo de dois meses de buscas e leituras na internet, encontrei 14 sites e blogs que reúnem uma quantidade imensa de informações trabalhadas das maneiras mais diversas, com vídeos, jogos, imagens, com estruturas diferentes, disposições diferentes e focos variados. A Internet tem um volume de material muito relevante para a complementação de estudos e pesquisas, apesar de ser também porta-voz de visões puramente ideológicas que se colocam com uma autoridade científica, além de sites que contém erros profundos e pontos de vista já superados pela historiografia. É claro que durante a pesquisa me deparei com muitos outros sites, de vários países, como um site de judeus poloneses, de universidades alemãs e britânicas, sites de museus franceses e norte-americanos extremamente curiosos, mas que não poderiam contribuir eficazmente para um projeto pedagógico, não seriam úteis em sua natureza para a finalidade do exercício, que é auxiliar professores na busca de sites e blogs com potencial e seguros para fazer suas pesquisas.


Muitos dos blogs que visitei são também páginas próprias, onde se pode criar um perfil e dialogar com outros historiadores ou estudantes da área, como funcionam as redes do Facebook e do Orkut. Fiz um cadastro em todas que encontrei e recebo diariamente no meu e-mail a publicação de novos textos, o relatório de discussões, entrevistas, e assim o historiador pode também contribuir com seus conhecimentos além de receber mais informações sobre diversos temas, mantendo-se sempre atualizado. Postei apenas um desses blogs, o Café História, mas há outros do mesmo tipo, porém menos ricos, em que também se pode aproveitar o ambiente para aprimorar conhecimentos.


Sabendo dosar, ir aos locais certos, e, sobretudo, identificar as falhas inúmeras que se encontra na rede, a internet se torna um instrumento não apenas de pesquisa muito rico, mas também de constante atualização dos conhecimentos próprios, e que sem dúvidas contribui muito para a atividade docente, no despertar do interesse dos alunos e no interesse do próprio professor em ter capacidades cada vez maiores de transmitir seus conhecimentos.