Quilombos

Nome: Claudius Roberto dos Santos da Silva
Numero: 5683332
Prof: Antonia Terra
Matéria: Ensino de História: Teoria e Prática

 

 

Tema:

 

  •  Quilombos
  •  Definição de quilombos pelas autoridades coloniais
  •  O entorno das áreas quilombolas (não eram sociedades isoladas à margem do sistema escravista)
  •  Participação dos quilombos em movimentos sociais e rebeliões
  •  O paradoxo dos quilombos e sua idealização (não era uma volta total às origens culturais africanas e derrubar a ideia de heroísmo atribuído a estas comunidades)

Objetivo:

 

          Durante um longo período, a historiografia brasileira tem tratado o assunto Quilombo com pouca importância ou de modo tendencioso. Passando uma ideia equivocada do que era um quilombo (área onde todos eram recebidos de “braços abertos” e onde não havia hierarquias), como os seus membros se relacionavam com o seu entorno e sua estrutura social; criando, também, um mito sobre a cultura interna desta sociedade. Esta forma de ver os quilombos contaminou os livros didáticos e, por fim, as salas de aula.
           O propósito deste trabalho é demonstrar dentro de uma perspectiva histórica algumas mistificações relacionadas aos quilombos (mistificações que são perpetuadas pelos manuais de história e por professores que pecam mais pela falta de conhecimento do assunto e pela escassa produção sobre o tema que por má-fé) e elucidá-las da forma mais clara e simples possível. E também apresentar um esquema de aula que tenha uma proposta didática clara e que esclareça e dissolva os velhos paradigmas.

 

Povos Indígenas em São Paulo

João Victor Barros Geraldes
FFLCH/USP
23/01/2014
Povos indígenas em São Paulo2014

povos indígenas em sp

Introdução:
 
Procurei estruturar esta sequencia didática de modo que os alunos percebam que a questão indígena é uma questão perene na história do Brasil. Organizei estudos históricos que vão desde o século XVI até os dias atuais, de modo a demonstrar mudanças e permanências da temática indígena. Atualmente, muitas lutas e reivindicações dos povos autóctones se assemelham àquelas que ditaram o ritmo das disputas contra os colonizadores nos primeiros tempos da colonização, principalmente quando nos voltamos à questão da terra.
 
Nas nove sessões aqui presentes, encontram-se leituras indicadas ao professor, documentos escritos, vídeos, imagens etc. visando auxiliar o professor na condução das aulas do curso, bem como propostas de métodos didáticos para cada aula.
 

Holocausto ­ o resgate de histórias e memórias escondidas

Universidade de São Paulo | USP

Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas | FFLCH Departamento de História | DH

Ensino de História: Teoria e Prática

Profa. Dra. Antônia Terra

1o semestre 2015 | vespertino

Sophia Gutierrez, 8030252

 

Sequência Didática

Tema: Holocausto ­ o resgate de histórias e memórias escondidas

Público alvo: alunos do nono ano do Ensino Fundamental e do Ensino médio

Duração: 2 aulas

 

Objetivos:

 

Trabalhar com os alunos as noções de "construção de discurso" e de “memória histórica” ­ enquanto  formulações  construídas,  alteráveis  ao  longo  do  tempo,  e  que  adquirem significado  de  acordo  com  um  contexto  histórico  específico  ­ através do resgate das histórias dos diversos grupos perseguidos pelo nazismo, jogando luz especialmente sobre aqueles que não possuem muita visibilidade nas discussões acerca do Holocausto. Pretende­se, assim, que sejam mobilizadas com os alunos tanto questões de maior abstração teórica, quanto conteúdos formais do currículo padrão de História (exigidos pelo vestibular).

 

Para  tanto,  propomos  a  utilização de instrumentos variados ­ documentos textuais de época, vídeos e imagens (fotografias, propagandas etc) ­ para levantar as discussões sobre o tema, buscando desenvolver nos alunos habilidades de leitura e interpretação crítica de fontes e discursos.

 

Pretende­se também que seja articulada com os alunos uma discussão política a respeito da temática do preconceito, através de debate acerca de ideias como racismo, segregação, violência e genocídio.

 

Alguns conceitos gerais, de maior complexidade teórica, deverão ser apresentados e/ou esclarecidos aos alunos no decorrer das atividades, conforme pertinentes às discussões ­ a ideia de construção ideológica, por exemplo.

 

Sugerimos que a atividade seja incluída entre as aulas do currículo formal sobre a Segunda Guerra Mundial. Desta forma, não é necessária uma introdução teórica por parte do professor. A atividade foi elaborada em três seções.