Chuvas e enchentes em São Paulo

Aluno (a): Gustavo Tadeu dos Santos
Disciplina USP: FLH0425
Docente responsável: Antonia Terra de Calazans Fernandes

 

     Esta sequência didática pretende problematizar a questão das chuvas e das enchentes em São Paulo, relacionando o agravamentos dessa situação com a opção de um modelo urbanístico que privilegia a técnica automobilística.

Finalidade

     A partir da análise de documentos audiovisuais e textuais, problematizar, juntamente com os alunos, a vida urbana numa cidade edificada em locais sujeitos a inundações, como é o caso de São Paulo.

     Espera-se, com este roteiro, que os alunos possam refletir criticamente a respeito do modelo de urbanização adotado em São Paulo, de impermeabilização do solo e de opção pelo transporte automobilístico.

Violência policial na ditadura militar: formação e herança, até os dias de hoje, de um modelo de segurança pública baseado no controle social e no autoritarismo.

Júlia de Macedo Rabahie - Nº USP 7199328

Ensino de História – Noturno

Professora Antônia Terra

 

 

Sequência Didática

 

Violência policial na ditadura militar: formação e herança, até os dias de hoje, de um modelo de segurança pública baseado no controle social e no autoritarismo.

 

Introdução

As estruturas das Polícias Militares brasileiras, como conhecemos hoje, são herança direta da ditadura militar pela qual passou o Brasil por 21 anos. A lógica de enxergar a população como inimiga e como uma massa a ser controlada ganhou força na História Contemporânea do país durante o período ditatorial. O abuso de poder, a truculência, e os assassinatos cometidos pela Polícia Militar, se antes se sustentavam por um sistema de controle de informações e de segurança nacional, agora se sustenta num regime considerado democrático por alguns setores da sociedade. Trabalhar didaticamente o tema da violência policial, suas origens, possíveis rupturas e continuidades, é de extrema importância para que o funcionamento das estruturas de segurança e de poder do país seja entendido em seu contexto histórico pelos alunos. Desta maneira, acredita-se que estaremos contribuindo para a formação de cidadãos mais críticos frente ao mundo com que se deparam nos dias de hoje.

 

9 de Julho de 1917: O dia em que São Paulo parou. (Dependendo do Ponto de Vista)

Aluno (a): Vinícius Marangon nº USP 6837752 Suzane Eulália de Castro Jardim

Docente responsável: Dra. Antonia Terra Calazans Fernandes.
Disciplina USP: Uma História para a cidade de São Paulo: Um desafio pedagógico

 

 

 

Introdução

 

     Este projeto de ensino pedagógico intitulado “9 de julho de 1917 - O Dia em que São Paulo Parou ( Dependendo do Ponto de Vista)”, tem por temática a greve ocorrida no bairro da Mooca na cidade de São Paulo em 1917.

     Curiosamente em meio a tantas reivindicações, em meio a fortes conflitos com a polícia, e em função de uma grande mobilização operária, não somente em São Paulo, mas também em outros estados brasileiros, esta greve acabou se tornando conhecida por ter sido a “Primeira Greve Geral do Brasil”.

     A problemática proposta é que, a partir do tema, a greve geral de 1917, o professor consiga analisar o fato da greve como acontecimento histórico originado pela situação trabalhista da época na cidade de São Paulo e ao mesmo tempo analisar de que modo diferentes posicionamentos políticos originam jornais que conseguem se posicionar de forma tão distinta sobre o mesmo assunto.

     Para melhor aproveitamento da proposta, o projeto de ensino é destinado a alunos de