Regime Totalitário

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NAZISMO E PRECONCEITO

 

• Aluno (a): Vivian Luise Kroper N° USP: 5738325

São Paulo, 10 de dezembro de 2009
• Disciplina USP: Ensino de História: Teoria e Prática
• Docente responsável: Antonia Terra de Calazans Fernandes
 

 

Nazismo e Preconceito

Série:

ano do Ensino Médio.

 

Quantidade de aulas:

Seis aulas.

 

Introdução:

Tratar com os alunos sobre nazismo permite historicizar as idéias que fundamentaram esse movimento político e perceber o alcance temporal e espacial do que esse regime idealizava. O estudo desse tema permite analisar aspectos fundamentais da história do mundo durante o século XX, incluindo as justificativas ideológicas e as estratégias usadas para se criar a denominada "raça pura".

 

Também é possível efetuar a análise das relações entre história e cinema, pois são inúmeros os filmes que tratam do nazismo, além de trabalhar com imagens, já que a propaganda nazista se utilizou fortemente delas para introduzir a sua ideologia.

Nazismo

• Aluno (a): Ananias
• Docente responsável: Antonia Terra de Calazans Fernandes
• Disciplina USP: Ensino de História: Teoria e Prática

 

 

Figura1

Jovens na arena política: participação dos jovens nos Movimentos Poloíticos

• Aluno (a): Rodrigo Refulia 

 

Artigo referente a atuação dos jovens nos movimentos políticos que o mundo contemplou a partir da década de 60, a partir deste ponto pretendemos trabalhar o tema mais amplo da Rebeldia e Juventude.

 

Após o maio de 68 o mundo se deparou com mudanças no mundo político, pouco estudadas, que tiveram participação direta dos jovens. São elas: Revolução dos Cravos, Revolução Iraniana e o Massacre da Praça da Paz Celestial. Em duas delas as aspirações juvenis por mudanças do status quo obtiveram êxito, em uma não. Mas o que estes movimentos têm em comum?

Ora, nos três casos temos a rebeldia dos jovens em relação a governos repressivos que não abriam canais de diálogos com a população.

O cinema Revolucionário português (1974-1976)

• Aluno (a): Rodrigo Refulia 

 

Este artigo tem como função discorrer sobre a fase do cinema português que ficou marcado como Cinema Revolucionário, dentro dessa proposta pretendemos divisar mais uma fator contribuinte do tema mais amplo da Rebeldia e Juventude.

 

Sobre a nova hegemonia lingüística, simbólica e iconográfica criada após a Revolução dos Cravos merece especial atenção à produção filmica de Portugal após o 25 de abril. Arbitrariamente será estabelecido o recorte temporal que abrange da Revolução ao ano de 1976, e a produção filmica será aqui denominada como “Cinema Revolucionário”.

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