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Fotos: Os ‘anos dourados’ e a São Paulo renovada

Aluno (a): André Payar, Douglas Luz, Jennifer Orofino, José Orenstein de Almeida, Marina Albuquerque, Marcus Vinicius Biaggi e Talita Ferreira
Docente responsável: Maurício Cardoso
 

 

A despeito do início do processo de modernização pela qual a cidade de São Paulo passara durante os anos 20, foi sobretudo nos anos 50 que a metrópole presenciou um intenso processo de industrialização, urbanização e modernização que se refletiu, de maneira intensa, no universo artístico brasileiro e através de algumas datas inaugurativas pode-se ter um cenário dessas transformações em curso.

 

Em 1947, inaugura-se o Museu de Arte de São Paulo; em 1949, inauguram-se a Cia. Vera Cruz, o Teatro Brasileiro de Comédia e, na capital do país, o Museu de Arte Moderna. Na década seguinte, em 1950 inaugurava-se a primeira emissora de televisão do país, a TV Tupi; em 1954, inaugura-se o Parque do Ibirapuera e, em 56, Cinemateca Brasileira.

Juventude e Rebeldia entre 1967-1968: rejeição ao estabelecido

• Aluno (a): Caio Henrique Vicente Romero 

 

Edgar Morin, um dos primeiros intelectuais a refletir sobre os acontecimentos contestatórios do período, disse, em entrevista concedida em 1978: "A revolta estudantil nos anos 1967-68 foi surpreendente por ser internacional, atingindo países muito diferentes quanto ao nível de vida ou quanto ao sistema social ou político.

 

Essa revolta começa nos Estados Unidos, em Berkeley, sacode em seguida os países ocidentais, depois os países comunistas, como a Polônia, e chega até o Oriente Médio e a América Latina."[1]

 

O que levou jovens em grande parte "bem-nascidos", com acesso a cultura, estudo, formação universitária e condições de sobrevivência em uma sociedade materialmente próspera a uma revolta que se caracterizou por contestar tudo o que estava estabelecido social e politicamente? Tentaremos, nesta breve exposição, apontar caminhos para a solução da questão colocada.

A Juventude dos anos dourados: o tradicionalismo pós-guerra e a ruptura rebelde como prenúncio de revolução e vontade de liberdade

• Aluno (a): Débora Agatha Rebecchi Trindade e Bruno Sobrinho 

ano: 25/11/2009

 

Historicamente, os anos 50 ficaram marcados como os anos do “pós-guerra”, o que significou o fim da escassez de bens de consumo em geral. A seguinte análise tem como objetivo mostrar o panorama da sociedade nos anos 50 e a relação da juventude com essa sociedade valorizadora de seu passado. A partir daí, iniciaremos nossa análise mostrando a tradição em construção.

 

Adiantamos que é uma juventude que inicia seus movimentos de contestação direta, através de um comportamento, e que essa mesma juventude está em formação, que se dará completa em Maio de 68. Optamos analisar o comportamento, desde suas vestimentas até a mudança do imaginário que estes jovens possuíam.

Jovens na arena política: participação dos jovens nos Movimentos Poloíticos

• Aluno (a): Rodrigo Refulia 

 

Artigo referente a atuação dos jovens nos movimentos políticos que o mundo contemplou a partir da década de 60, a partir deste ponto pretendemos trabalhar o tema mais amplo da Rebeldia e Juventude.

 

Após o maio de 68 o mundo se deparou com mudanças no mundo político, pouco estudadas, que tiveram participação direta dos jovens. São elas: Revolução dos Cravos, Revolução Iraniana e o Massacre da Praça da Paz Celestial. Em duas delas as aspirações juvenis por mudanças do status quo obtiveram êxito, em uma não. Mas o que estes movimentos têm em comum?

Ora, nos três casos temos a rebeldia dos jovens em relação a governos repressivos que não abriam canais de diálogos com a população.

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