A Ditadura Militar como exemplo de uma história que ainda permanece

 

 

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO USP

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

A Ditadura Militar como exemplo de uma história que ainda permanece

 

 

Rafael Ferreira de Campos

 

Nº USP: 8030440

 

Ensino de História: Teoria e Prática VESPERTINO Antônia Terra

SÃO PAULO – 2014

 

 

TEMA: A Ditadura Militar como exemplo de uma história que ainda permanece

 

 

Inicialmente, o professor deve considerar que para maior aproveitamento da atividade por parte dos alunos, é necessário ter acesso aos seguintes equipamentos: Notebook, retroprojetor e, dependendo do caso, um rádio . Caso não for possível a utilização dos mesmos, a disponibilização de textos, músicas e imagens serão restabelecidos de acordo com o critério do docente.

 

 

OBJETIVO: Através de debates, análise de textos, charges e músicas, trabalhar não só o Regime Militar propriamente dito – situando as práticas de tortura e repressão e os movimentos de protesto – , como também as suas permanências. A ideia é que as atividades mostrem aos alunos a proximidade existente entre eles e a disciplina de História, assim como a sua importância para o desenvolvimento de uma consciência crítica.

 

 

A Experiência de Angicos (1963-1964): Uma Iniciativa Pioneira no Nordeste Brasileiro

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
D.H. – Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas
Disciplina: A Escola no Mundo Contemporâneo
Profa. Dra. Antonia Terra Calazans Fernandes
Aluno: Raphael dos Santos Gonçalves – nº 8981538
A EXPERIÊNCIA DE ANGICOS (1963-1964)
(Uma iniciativa pioneira no Nordeste brasileiro)
Janeiro de 2015

 

 

1. Tema:


A Experiência de Angicos (1963-1964) – Uma iniciativa pioneira no Nordeste Brasileiro. A sequência didática proposta tem como objetivo fornecer aos alunos de Ensino Médio um panorama do contexto histórico brasileiro no início dos anos 60 (últimos anos do período liberal democrático e a montagem da ditadura) traçado a partir do evento da experiência de Angicos (RN), com o intuito de mostrar a força das iniciativas populares, a importância da educação e a perseguição à supostas práticas subversivas.


2. Público-alvo:


Alunos dos três anos do Ensino Médio.


3. Planejamento/Materiais:


Serão apresentados materiais da experiência de Angicos, como por exemplo, as fichas e trechos das reuniões entre os membros do grupo. Serão apresentados também materiais áudio visuais como documentários e trechos de vídeos que elucidam e problematizam o tema.

Como podemos trabalhar com a nossa história de vida numa sala de aula? Algumas considerações sobre história oral, local, e fontes visuais

Giovanna Pezzuol Mazza

Nº Usp 5936441

 

“Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia”

“Comigo as coisas não tem hoje e ant’ontem amanhã: é sempre”

João Guimarães Rosa

 

“Fala-se tanto de memória porque ela não existe mais”

Pierre Nora

 

“A história é uma ilha de edição”

Waly Salomão

 

Quando iniciamos numa sala de aula um curso de História, o que será que vem a mente dos alunos, num primeiro momento? Podemos pensar que essa resposta é bem diversificada, mas com certeza reflete contatos anteriores do aluno com o tema. Com certeza a história difundida pela mídia, pela televisão principalmente, pelos pais, pelos avós, pelos amigos, pela propaganda. Uma história que é, em muitos momentos, pasteurizada, homogênea, sedutora. Será que um aluno acreditaria que sua história de vida, a de seus pais, avós, a história do seu bairro, é uma história que merece ser contada?