Estratégias pedagógicas a temática indígena e o trabalho em sala de aula

Autor: Marcel Lopes

Docente responsável: Antonia Terra de Calazans Fernandes

 

Trata-se de duas propostas didáticas com o objetivo de pensar a temática indígena na história de São Paulo, a partir da fotografias, da pintura e da análise de monumentos presentes na cidade.

"Anhangabaú, Itaquera, Mandaqui, Pirituba, Sapopemba, Tremembé - a sonoridade de uma memória tupi está inscrita em todos os cantos da Cidade de São Paulo, fazendo parte do dia-a-dia dos milhões de habitantes que raramente param para refletir sobre as origens indígenas desta grande metrópole" (John Manuel Monteiro)

 

Estratégias pedagógicas: a Temática Indígena e o Trabalho em Sala de Aula

     Para auxiliar o docente com propostas concretas que facilitem sua ação pedagógica, apresentamos a seguir sugestões a partir das quais os professores poderão fazer adaptações, criar novos caminhos e ampliar seu repertório de ferramentas para a ação.

Proposta A

1)     Na seção História do Site (http://www.culturaguarani.com.br/historia.html), há um relato sobre a formação das aldeias Krukutu e Tamboré Porá, em Parelheiros, Zona Sul de São Paulo. Popronha aos alunos a leitura e os seguintes questionamentos: -Qual a diferença entre a história relatada pelos indígenas e a história do índio presente nos livros didáticos e nos meios de comunicação? É importante lembrar que a ocupação da área pelos povos indígenas é recente, o que pode servir para a desconstrução da imagem do índio como estando inserido apenas no passado. Além disso, existem questões sociais envolvidas - os índios, imigrantes, estão na estrada vendendo seu artesanato. Existem também a questão do intercâmbio cultural, quando eles relatam que os primeiros ocupantes da área que originou as aldeias foram acolhidos por um senhor de origem nipônica, onde pode-se construir a imagem do índio isolado. -Quais as palavras de origem tupi-guarani que eles usam no relato? Qual o significado dessas palavras?

A Juventude dos anos dourados: o tradicionalismo pós-guerra e a ruptura rebelde como prenúncio de revolução e vontade de liberdade

• Aluno (a): Débora Agatha Rebecchi Trindade e Bruno Sobrinho 

ano: 25/11/2009

 

Historicamente, os anos 50 ficaram marcados como os anos do “pós-guerra”, o que significou o fim da escassez de bens de consumo em geral. A seguinte análise tem como objetivo mostrar o panorama da sociedade nos anos 50 e a relação da juventude com essa sociedade valorizadora de seu passado. A partir daí, iniciaremos nossa análise mostrando a tradição em construção.

 

Adiantamos que é uma juventude que inicia seus movimentos de contestação direta, através de um comportamento, e que essa mesma juventude está em formação, que se dará completa em Maio de 68. Optamos analisar o comportamento, desde suas vestimentas até a mudança do imaginário que estes jovens possuíam.

A População de Rua em São Paulo: espaço, direito e cidadania

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS
A População de Rua em São Paulo: espaço, direito e cidadania
Proposta de sequência didática
Ana Carolina Warigoda Guedes
9826539
 
Trabalho final para disciplina “Uma história para a cidade de São Paulo: um desafio pedagógico”, profa. Dra. Antônia Terra Calazans Fernandes // Ana Carolina Warigoda Guedes, e-mail ana.carolina.guedes@usp.br, nUSP 9826539.
 
 
 
Sumário
 
 
Introdução à sequência didática
 
Para qual série se destina essa temática...............................................................2
Importâncias do ensino sobre a população de rua....................................................2
Como trabalhar com esta sequência didática.........................................................4
 
 
Primeira parte – Saindo do senso comum
 
Por que os moradores de rua incomodam?.............................................................5
O que leva alguém a morar na rua......................................................................6
A relação dos moradores de rua com o trabalho......................................................8
Segunda parte – Problematizando historicamente
A repressão à vadiagem..................................................................................10
Os projetos de higienização da cidade................................................................12
 
 
Terceira parte – Para não concluir
 
Retratos para a posterioridade..........................................................................15
Bibliografia.................................................................................................19
Índice de imagens.........................................................................................20
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO À SEQUÊNCIA DIDÁTICA
 
 
 Para qual série se destina essa temática?
 
Para que as propostas dessa sequência sejam completamente absorvidas e permita a total participação dos alunos, é recomendável que seja aplicada na idade de operações formais, conforme os estudos de Jean Piaget – ou seja, a partir dos 11-12 anos, quando, uma vez absorvida experiência de aprendizado de situações concretas, o estudante passa a ser capaz de raciocínios com certo grau de abstração. Tal abstração é necessária para que o aluno exerça a alteridade (colocar-se no lugar do outro) para a compreensão da realidade das pessoas em situação de rua em São Paulo.
 
Outro fator importante para esta aplicação constitui a capacidade dos alunos de lidar de maneira séria com assuntos de maior profundidade e suas consequências.
Especificamente, portanto, sugere-se o uso desta sequência a partir do 1º ano do Ensino Médio.