introdução

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Música Caipira

Docente responsável: Maurício Cardoso
Aluno (a): Laerte Matias Fernandes, Thiago Alves de Oliveira, Conrado Barbosa Silva, Denis Anderson Costa, Ícaro dos Santos Mello, Fabio de Souza Jorge, Angélica Brito Silva e Thassia Ferreira Ramos
 

 

Ditaduras Latino-americanas - Ditadura, História e Memória

Aluno (a): Alessandro Mildo Gonçalves Ferreira, Fransergio Perini de Oliveira, Nádia Mangolini, Mayara Miranda e Rafael Vaz de Souza. 

 

 

Os governos ditatoriais são assuntos recorrentes na América Latina. Podemos falar do Brasil, que, em 2009, relembra os quarenta anos do golpe militar. Podemos também falar do recente golpe ocorrido em Honduras, ou da tentativa frustrada na Venezuela em 2002.

 

E ainda nos restaria citar Cuba, entendida como uma ditadura pelos que não vivem na “Ilha de Fidel”. Esses poucos exemplos servem para mostrar o quanto o tema é atual.

O lugar da propaganda na Juventude Hitlerista

• Aluno (a): Fabiana Marchetti 

 

Introdução a questão da propaganda como instrumento motivador para formação da Juventude Hitlerista, pretendemos através da análise de mídias/fontes entender este movimento de recrutamento.

 

Quando se pensa em uma geração de jovens rebeldes que buscaram romper com as regras de conduta de seu tempo com o intuito de se libertar, mudar e melhorar sua realidade, dificilmente se pensa na Juventude Hitlerista: sim nos que apoiaram Hitler e seus objetivos como líder da Alemanha.

Juventude, Drogas e Rebeldia

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

Introdução ao universo do uso de entorpecentes, associado atualmente à cultura jovem, tentaremos traçar esse paralelo através de mídias que permitam uma análise sob a luz do tema: Rebeldia e Juventude.

 

As drogas sempre estiveram associadas a movimentos jovens de contestação e, de maneira geral, dentro das manifestações de contracultura do século XX. Do movimento hippie até os movimentos antiglobalização atuais, as substâncias ilícitas tiveram um papel de contestação. Neste contexto, o caráter material da droga adquire um caráter fetichista dentro do sistema capitalista e o objetivo (primário, ao menos) acaba não sendo a sensação por ela proporcionada e sim o que ela diz de você como membro de um grupo.

 

Em movimentos como o hippie, a droga passa a ser parte do conjunto de signos que compõe a realidade social do grupo ao qual você pertence. Em uma noção circular, o uso dela define você como ser dentro da sociedade, ao mesmo tempo em que a define como objeto de composição de uma esfera coletiva na qual o individuo está inserido.

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