Contracultura/Movimento Hippie

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Jovens na arena política: participação dos jovens nos Movimentos Poloíticos

• Aluno (a): Rodrigo Refulia 

 

Artigo referente a atuação dos jovens nos movimentos políticos que o mundo contemplou a partir da década de 60, a partir deste ponto pretendemos trabalhar o tema mais amplo da Rebeldia e Juventude.

 

Após o maio de 68 o mundo se deparou com mudanças no mundo político, pouco estudadas, que tiveram participação direta dos jovens. São elas: Revolução dos Cravos, Revolução Iraniana e o Massacre da Praça da Paz Celestial. Em duas delas as aspirações juvenis por mudanças do status quo obtiveram êxito, em uma não. Mas o que estes movimentos têm em comum?

Ora, nos três casos temos a rebeldia dos jovens em relação a governos repressivos que não abriam canais de diálogos com a população.

On the Road, um Contra-Destino Manifesto

• Aluno (a): Fernando Augusto Fileno 

 

 

Análise do livro On the Road de Jack Kerouac sob a perspectiva do tema: Rebeldia e Juventude.

"... estamos perdendo tempo neste ostracismo, temos que pegar a estrada agora... Isso mesmo, estamos prontos pra partir?"

 

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Jack Kerouac, Geração Beat

Livro: On the Road

Autor: Jack Kerouac

Ano: 1957

 

Beat significa beatífico ou pelo menos era como Jack Kerouac gostaria que o termo fosse encarado, pois foi exatamente das palavras deste escritor e de um grupo de poetas, prosadores e artistas da década de 50 que a Beat Generation foi fundada. Não se trata apenas de um punhado de pequenos talentos ansiosos por viverem a seu modo de suas obras, falamos da corporificação de um espírito elevado surgido do pós guerra, insatisfeitos com o lar e a sociedade que os comprimiam, compenetrados em uma busca que lhes dariam uma nova fé.

 

Citando o próprio Jack Kerouac, John Clellon Holmes frisaria que o principal objetivo dessa procura era de ordem espiritual.[1]

 

A intenção deste artigo, entretanto, não é se perder no jogo intrincado da filosofia deste movimento de contra-cultura que conheceu o seu declínio nos anos 60, mas antes entendê-lo como reação a sociedade que o engendrou. O fim da Segunda Guerra Mundial deu início a uma era de grande prosperidade para a nação mais poderosa do mundo, um terreno fértil que germinou o “american way of life” baseado no consumo em massa, convívio urbano e principalmente valores tradicionalistas.

 

Foi então, neste ambiente de conservadorismo e conformismo que a Geração Beat nasceu. Dentro desta perspectiva de circunscrição de origens, devemos entender também o perfil do americano moderno como resultado de um processo histórico que tem seu marco fundamental na aventura dos pioneiros do Oeste, marcado na narrativa do passado norte-americano como o episódio que ficou conhecido como o Destino Manifesto. Da mesma forma que acreditamos que o espírito da civilização norte-americana foi moldado através deste ímpeto desbravador, pensamos que as viagens empreendidas pelos profetas da cultura Beat não eram orientadas apenas pelo impulso estradeiro – tinham antes uma razão mais particular que envolvia uma necessidade de renovação interior – era o que Kerouac queria mostrar quando pintou sua obra máxima, On the Road, com filosofia, reflexão, epifanias, revelações suscitadas pelas pequenas coisas e incidentes estranhos como explica Cláudio Willer, um dos estudiosos no Brasil sobre o assunto. [2]

 

Logo, colocamos seu livro mais conhecido, compilação das própria experiências do escritor em suas viagens no mesmo patamar de significação que teve o Destino Manifesto para sociedade americana, no caso, On the Road para uma geração.

Filme: Zabriskie Point

• Aluno (a): Alec Ichiro Ito, Caroline Gusman Anelli, Débora Machado Visini, Iris Czeresnia Kochen, José Augusto Romano Manhani, Laís Cardoso de Andrade, Luciana Saab e Michele Virgilio Aquino Dias. 

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Análise do filme Zabriskie Point, inserido dentro do contexto do movimento estudantil e hippie, para tratar do tema: Rebeldia e Juventude.

 

Ficha técnica

Título original: Zabriskie Point

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Ano de lançamento (EUA): 1970

Diretor: Michelangelo Antonioni

 

Para quem nunca viu antes um filme de Michelangelo Antonioni, Zabriskie Point parecerá essencialmente estranho. Aliás, até para aqueles que admiram a obra do diretor, Zabriskie parece estar muito abaixo ao resto.

Fim da década de 60, a utopia pacífica da juventude hippie está a perto de seu último suspiro enquanto os ânimos se exaltam, as tensões políticas aumentam e os jovens sentem muito mais o peso das desilusões e das perdas em suas lutas. Nesse contexto, Zabriskie Point mescla essa luta radical onde sangue é derramado e estudantes decidem pegar em armas contra policiais, com uma ideologia hippie que não é tão evidente aos olhos de nossa época já que os estereótipos que restaram aparecem pouco.

Filme: Across the Universe

• Aluno (a): Alec Ichiro Ito, Caroline Gusman Anelli, Débora Machado Visini, Iris Czeresnia Kochen, José Augusto Romano Manhani, Laís Cardoso de Andrade, Luciana Saab e Michele Virgilio Aquino Dias. 

 

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Anáslise do filme Across the Universe, inserido dentro do contexto o movimento hippie para tratar do tema: Rebeldia e Juventude.

 

Ficha técnica

Título original: Across the Universe

Gênero: Musical

Duração: 131 min

Ano de lançamento (EUA): 2007

Direção: Julie Taymor

 

“Across the Universe” estimula porque é musical. Com a trilha composta somente por faixas do Beatles e vozes em sua maioria agradáveis e bem treinadas (com destaque para Dana Fuchs, que interpreta claramente uma versão de Janis Joplin), o filme divide-se entre alguns momentos interessantes e outros que lembram qualquer outro filme comum sobre adolescentes apaixonados.

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