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Livro: Vidas Secas

Aluno (a): Laerte Matias Fernandes, Thiago Alves de Oliveira, Conrado Barbosa Silva, Denis Anderson Costa, Ícaro dos Santos Mello, Fabio de Souza Jorge, Angélica Brito Silva e Thassia Ferreira Ramos
Docente responsável: Maurício Cardoso

 

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Autor: Gracialiano Ramos

Publicado: 1938

 

Graciliano Ramos em Vidas Secas, publicado em 1938 (período inicial da migração de nordestinos para o sul), trabalha a realidade do retirante, fugitivo da seca, sofredor que tem a esperança em uma vida melhor com a chegada das chuvas, e assim, sua vida depende dos longos intervalos das estações chuvosas; vida revelada como pendular, que é o mais atroz das figuras.

Livro: Mortos e desaparecido políticos: reparação ou impunidade

 

 

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Autor: Janaína Teles Editora (São Paulo): Humanitas FFLCH/USP, 2001 Elaborado a partir da transcrição dos debates no seminário do mesmo nome, realizado em abril de 1997 na USP. O livro aborda as contradições do processo de implementação da Lei dos Desaparecidos e seus desdobramentos, reunindo artigos que contribuem para a reflexão sobre os mistérios de nossa história recente. Aqui apresentamos comentário de três artigos que compõe o livro e que nos serve para trabalhar a questão da Construção da Memória durante o período da ditadura militar no Brasil.

A Juventude dos anos dourados: o tradicionalismo pós-guerra e a ruptura rebelde como prenúncio de revolução e vontade de liberdade

• Aluno (a): Débora Agatha Rebecchi Trindade e Bruno Sobrinho 

ano: 25/11/2009

 

Historicamente, os anos 50 ficaram marcados como os anos do “pós-guerra”, o que significou o fim da escassez de bens de consumo em geral. A seguinte análise tem como objetivo mostrar o panorama da sociedade nos anos 50 e a relação da juventude com essa sociedade valorizadora de seu passado. A partir daí, iniciaremos nossa análise mostrando a tradição em construção.

 

Adiantamos que é uma juventude que inicia seus movimentos de contestação direta, através de um comportamento, e que essa mesma juventude está em formação, que se dará completa em Maio de 68. Optamos analisar o comportamento, desde suas vestimentas até a mudança do imaginário que estes jovens possuíam.

On the Road, um Contra-Destino Manifesto

• Aluno (a): Fernando Augusto Fileno 

 

 

Análise do livro On the Road de Jack Kerouac sob a perspectiva do tema: Rebeldia e Juventude.

"... estamos perdendo tempo neste ostracismo, temos que pegar a estrada agora... Isso mesmo, estamos prontos pra partir?"

 

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Jack Kerouac, Geração Beat

Livro: On the Road

Autor: Jack Kerouac

Ano: 1957

 

Beat significa beatífico ou pelo menos era como Jack Kerouac gostaria que o termo fosse encarado, pois foi exatamente das palavras deste escritor e de um grupo de poetas, prosadores e artistas da década de 50 que a Beat Generation foi fundada. Não se trata apenas de um punhado de pequenos talentos ansiosos por viverem a seu modo de suas obras, falamos da corporificação de um espírito elevado surgido do pós guerra, insatisfeitos com o lar e a sociedade que os comprimiam, compenetrados em uma busca que lhes dariam uma nova fé.

 

Citando o próprio Jack Kerouac, John Clellon Holmes frisaria que o principal objetivo dessa procura era de ordem espiritual.[1]

 

A intenção deste artigo, entretanto, não é se perder no jogo intrincado da filosofia deste movimento de contra-cultura que conheceu o seu declínio nos anos 60, mas antes entendê-lo como reação a sociedade que o engendrou. O fim da Segunda Guerra Mundial deu início a uma era de grande prosperidade para a nação mais poderosa do mundo, um terreno fértil que germinou o “american way of life” baseado no consumo em massa, convívio urbano e principalmente valores tradicionalistas.

 

Foi então, neste ambiente de conservadorismo e conformismo que a Geração Beat nasceu. Dentro desta perspectiva de circunscrição de origens, devemos entender também o perfil do americano moderno como resultado de um processo histórico que tem seu marco fundamental na aventura dos pioneiros do Oeste, marcado na narrativa do passado norte-americano como o episódio que ficou conhecido como o Destino Manifesto. Da mesma forma que acreditamos que o espírito da civilização norte-americana foi moldado através deste ímpeto desbravador, pensamos que as viagens empreendidas pelos profetas da cultura Beat não eram orientadas apenas pelo impulso estradeiro – tinham antes uma razão mais particular que envolvia uma necessidade de renovação interior – era o que Kerouac queria mostrar quando pintou sua obra máxima, On the Road, com filosofia, reflexão, epifanias, revelações suscitadas pelas pequenas coisas e incidentes estranhos como explica Cláudio Willer, um dos estudiosos no Brasil sobre o assunto. [2]

 

Logo, colocamos seu livro mais conhecido, compilação das própria experiências do escritor em suas viagens no mesmo patamar de significação que teve o Destino Manifesto para sociedade americana, no caso, On the Road para uma geração.

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