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Juventude, Drogas e Rebeldia

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

Introdução ao universo do uso de entorpecentes, associado atualmente à cultura jovem, tentaremos traçar esse paralelo através de mídias que permitam uma análise sob a luz do tema: Rebeldia e Juventude.

 

As drogas sempre estiveram associadas a movimentos jovens de contestação e, de maneira geral, dentro das manifestações de contracultura do século XX. Do movimento hippie até os movimentos antiglobalização atuais, as substâncias ilícitas tiveram um papel de contestação. Neste contexto, o caráter material da droga adquire um caráter fetichista dentro do sistema capitalista e o objetivo (primário, ao menos) acaba não sendo a sensação por ela proporcionada e sim o que ela diz de você como membro de um grupo.

 

Em movimentos como o hippie, a droga passa a ser parte do conjunto de signos que compõe a realidade social do grupo ao qual você pertence. Em uma noção circular, o uso dela define você como ser dentro da sociedade, ao mesmo tempo em que a define como objeto de composição de uma esfera coletiva na qual o individuo está inserido.

Movimento Punk

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

Introdução ao Movimento Punk, vetor de expressão que se notabilizou como um dos expoentes mais conhecidos das culturas de rebeldia e juventude. Nossa intenção é abordar este grande tema através das mídias produzidas por este movimento cultural, político e social.

 

O movimento que chamamos punk não possui uma origem muito bem definida. No entanto, é possível encontrar elementos do comportamento atribuído ao punk ainda no final da década de 60, em alguns grupos urbanos de grandes metrópoles como Nova York e Londres, frutos de uma sociedade em profundo questionamento e em meio a uma crise econômica que provocara o aumento do desemprego entre as classes operárias das grandes economias industriais.

Década de 60 e Tropicalismo no Brasil

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

Introdução ao movimento tropicalista e a efervercência cultural da década de 60 no Brasil, assunto trabalhado através de mídias que permitam uma análise sob o viés do tema: Rebeldia e Juventude.

 

A década de 60 foi marcada mundialmente pela forte presença da atuação jovem no universo cultural que expandiu suas influências aos meios políticos e sociais.  No Brasil, é nesse período que grandes mudanças nas estruturas sociais e políticas germinam; uma década de efervercência cultural em todo páis. No plano político, víamos o golpe militar e as inflamadas comunidades ligadas aos movimentos de esquerda.

 

No plano internacional, tínhamos a Guerra Fria como grande fonte polarizadora do mundo.  Tudo isto levava o país, a sociedade e a cultura a um estado de estagnação, dividida entre o senso comum e a dita “resistência” da esquerda brasileira.

O Movimento Negro nos Estados Unidos

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

Introdução ao Movimento Negro nos Estados Unidos, trabalhando o assunto através de mídias que permitam uma análise sob prisma do tema: Rebeldia e Juventude.

 

Inaugurando a onda de protestos de sua época, o movimento negro inspirou muitos dos movimentos sociais que ocorreram nos Estados Unidos a partir da década de 60. Vivendo em uma sociedade que tinha suas bases fundadas num sistema de segregação formal e informal, um cotidiano de linchamentos e violência policial e sofrendo discriminação no emprego, na educação e nos serviços públicos, os negros iniciaram um movimento em busca de direitos políticos, sociais e econômicos. Formado em grande parte por jovens, este movimento atacou os alicerces da sociedade norte-americana através de inúmeros protestos e atos de rebeldia.

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