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Video: discurso de Hitler

• Aluno (a): Fabiana Marchetti 

 

Análise de um dos discursos de Hitler abordando a questão da propaganda e recrutamento de jovens, sob a luz do tema: Rebeldia e Juventude.

 

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“As palavras ‘hipnóticas’ de uma autoridade cultuada”

Analisar este discurso inflamado de Hitler, dirigido a milhares de crianças e jovens organizados e uniformizados em um lugar monumental, é entender um importante instrumento que integrou o conjunto de artifícios usados pelo governo Nazista para comover e mobilizar a sua juventude.

O lugar da propaganda na Juventude Hitlerista

• Aluno (a): Fabiana Marchetti 

 

Introdução a questão da propaganda como instrumento motivador para formação da Juventude Hitlerista, pretendemos através da análise de mídias/fontes entender este movimento de recrutamento.

 

Quando se pensa em uma geração de jovens rebeldes que buscaram romper com as regras de conduta de seu tempo com o intuito de se libertar, mudar e melhorar sua realidade, dificilmente se pensa na Juventude Hitlerista: sim nos que apoiaram Hitler e seus objetivos como líder da Alemanha.

Movimento Antiglobalização

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

Concernente ao processo de globalização que vivemos atualmente percebemos a construção de movimentos que se colocam contra essa tendência. Prentendemos dar aqui uma introdução aos movimentos de Antinglobalização, tentando através da análise de mídias/documentos intender essa tendência mundial.

 

Os protestos ocorridos durante os últimos anos do séc. XX e início do XXI, durante as reuniões de importantes blocos econômicos e organizações reguladoras da economia global – como a OMC –, entraram para a história como sendo o nascimento de uma nova forma de organização que uniu diversos grupos e indivíduos em torno de um inimigo comum: o sistema capitalista.

 

O termo “antiglobalização”, utilizado para nomear esses novos movimentos, talvez seja insuficiente para definir as intenções desses grupos e indivíduos que invadiram as ruas de diversas cidades para demonstrar sua insatisfação a respeito das condições em que o comércio mundial acontece. O termo permite uma interpretação equivocada de que esses movimentos se opõem a uma maior integração entre as nações, sendo que a sua oposição é referente à globalização nos termos do capitalismo neoliberal, que permite o aumento das desigualdades no globo e maior submissão do terceiro mundo diante das potências econômicas mundiais.

Juventude e a Violência

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

Introdução a questão da violência no circulo juvenil, através da análise de mídias/documentos pensaremos esse corpotamento dentro de uma tema maior que é a Juventude e Rebeldia.

 

A juventude é uma fase difícil. O adolescente é uma mistura de criança e adulto, de espontaneidade e responsabilidade. A tensão interior a que o jovem está submetido, quando não canalizada ou controlada, acaba exteriorizando-se em forma de rebeldia. Quando as tensões externas ao jovem também o oprimem, essa rebeldia pode acabar se tornando extremamente violenta. O uso indiscriminado de drogas, roubos, furtos e violência gratuita, são formas extremas da rebeldia, da tensão pela qual o jovem passa, transformada em violência. Porém, rebeldia, com ou sem causas, não pode passar para a violência sem causa.

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