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Livro: Diário de uma expedição

Aluno (a): Laerte Matias Fernandes, Thiago Alves de Oliveira, Conrado Barbosa Silva, Denis Anderson Costa, Ícaro dos Santos Mello, Fabio de Souza Jorge, Angélica Brito Silva e Thassia Ferreira Ramos
Docente responsável: Maurício Cardoso

 

 

Euclides da Cunha foi um grande escritor e sociólogo que registrou um dos maiores genocídios da história brasileira. Graças ao seu olhar aguçado nós conhecemos hoje uma versão diferente sobre Canudos (este arraial, que foi destruído com a desculpa de serem monarquistas desejosos em por fim ao império), quando lemos a descrição minuciosa de Euclides notamos que o problema vai muito além dessa suposta teoria da conspiração. O texto de Euclides acordou o Império do litoral e os fez lembrar que existia um povo perdido adentro do sertão e que era necessário notar a sua presença.

Livro: Vidas Secas

Aluno (a): Laerte Matias Fernandes, Thiago Alves de Oliveira, Conrado Barbosa Silva, Denis Anderson Costa, Ícaro dos Santos Mello, Fabio de Souza Jorge, Angélica Brito Silva e Thassia Ferreira Ramos
Docente responsável: Maurício Cardoso

 

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Autor: Gracialiano Ramos

Publicado: 1938

 

Graciliano Ramos em Vidas Secas, publicado em 1938 (período inicial da migração de nordestinos para o sul), trabalha a realidade do retirante, fugitivo da seca, sofredor que tem a esperança em uma vida melhor com a chegada das chuvas, e assim, sua vida depende dos longos intervalos das estações chuvosas; vida revelada como pendular, que é o mais atroz das figuras.

Livro: Mortos e desaparecido políticos: reparação ou impunidade

 

 

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Autor: Janaína Teles Editora (São Paulo): Humanitas FFLCH/USP, 2001 Elaborado a partir da transcrição dos debates no seminário do mesmo nome, realizado em abril de 1997 na USP. O livro aborda as contradições do processo de implementação da Lei dos Desaparecidos e seus desdobramentos, reunindo artigos que contribuem para a reflexão sobre os mistérios de nossa história recente. Aqui apresentamos comentário de três artigos que compõe o livro e que nos serve para trabalhar a questão da Construção da Memória durante o período da ditadura militar no Brasil.

Artigo: João Goulart e a crise de 1964 no traço da caricatura

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Autor: Rodrigo Patto Sá Motta

In: REIS, Daniel Aarão, RIDENTI, Marcelo e MOTTA, Rodrigo Patto Sá; O golpe e a ditadura militar: quarenta anos depois (1964-2004) Editora (Bauru): EDUSC, 2004

 

Este texto revela um importante traço da posição política e da construção de memória que é a caricatura. Assim, Rodrigo Patto Sá Motta aborda principalmente a perspectiva de humor enquanto crítica, e pontualmente com João Goulart, presidente deposto pelo golpe de 1964.

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