Filme: Edukators

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

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Análise do filme Edukators sob o prisma do tema: Rebeldia e Juventude e Movimento Antiglobalização.

 

Ficha Técnica

Título Original: Die Fetten Jahre Sind Vorbei

Gênero: Drama

Tempo de Duração: 126 minutos

Ano de Lançamento (Alemanha): 2004

Direção: Hans Weingartner

 

O filme Edukators, dirigido pelo alemão Hans Weingartner, narra a história de três jovens alemães que se envolvem em um seqüestro não planejado de um alto executivo do país. O grupo, chamado “Educadores”, é responsável por protestos pacíficos, cuja ação consiste em invadir mansões de famílias ricas em férias e desordenar a sua mobília, deixando um bilhete em que a sua vida de luxo e riqueza é criticada de maneira ameaçadora.

Movimento Antiglobalização

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

Concernente ao processo de globalização que vivemos atualmente percebemos a construção de movimentos que se colocam contra essa tendência. Prentendemos dar aqui uma introdução aos movimentos de Antinglobalização, tentando através da análise de mídias/documentos intender essa tendência mundial.

 

Os protestos ocorridos durante os últimos anos do séc. XX e início do XXI, durante as reuniões de importantes blocos econômicos e organizações reguladoras da economia global – como a OMC –, entraram para a história como sendo o nascimento de uma nova forma de organização que uniu diversos grupos e indivíduos em torno de um inimigo comum: o sistema capitalista.

 

O termo “antiglobalização”, utilizado para nomear esses novos movimentos, talvez seja insuficiente para definir as intenções desses grupos e indivíduos que invadiram as ruas de diversas cidades para demonstrar sua insatisfação a respeito das condições em que o comércio mundial acontece. O termo permite uma interpretação equivocada de que esses movimentos se opõem a uma maior integração entre as nações, sendo que a sua oposição é referente à globalização nos termos do capitalismo neoliberal, que permite o aumento das desigualdades no globo e maior submissão do terceiro mundo diante das potências econômicas mundiais.

Filme: Laranja Mecânica

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

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Análise do filme Laranja Mecânica sob o prisma do tema: Juventude e Rebeldia.

 

Ficha técnica

Título Original: A Clockwork Orange

Gênero: Ficção Científica

Tempo de Duração: 138 minutos

Ano de Lançamento (Inglaterra): 1971

Direção: Stanley Kubrick

 

Laranja Mecânica, dirigido por Stanley Kubrick, foi um filme de extrema repercussão quando lançado e que continua causando polêmicas até hoje. A época em que foi gravado era turbulenta, e a discussão sobre juventude, violência e os porquês da identificação entre ambos não estava colocada publicamente. A maneira como o diretor Stanley Kubrick trata a violência no filme é o centro da questão. Estupros, espancamentos e assassinatos são retratados sem a reprovação de antes, cruamente. Laranja mecânica inova na linguagem, nos ângulos de filmagem não-convencionais e na forma como é tratado o tema.

Juventude e a Violência

• Aluno (a): Dahanne Vieira Salles, Erick Miyasato, Fernando O. Viana, Gabriel Pereira, Marcelo Akeo Takiy, Marcus Borgonove, Marjorie Yuri Enya, Paulo G. Bastos, Rafael Farinaccio eThiago A.R. Oliveir 

 

Introdução a questão da violência no circulo juvenil, através da análise de mídias/documentos pensaremos esse corpotamento dentro de uma tema maior que é a Juventude e Rebeldia.

 

A juventude é uma fase difícil. O adolescente é uma mistura de criança e adulto, de espontaneidade e responsabilidade. A tensão interior a que o jovem está submetido, quando não canalizada ou controlada, acaba exteriorizando-se em forma de rebeldia. Quando as tensões externas ao jovem também o oprimem, essa rebeldia pode acabar se tornando extremamente violenta. O uso indiscriminado de drogas, roubos, furtos e violência gratuita, são formas extremas da rebeldia, da tensão pela qual o jovem passa, transformada em violência. Porém, rebeldia, com ou sem causas, não pode passar para a violência sem causa.

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