Imprensas alternativa, clandestina e no exílio (e outros meios de divulgação) durante a ditadura militar (1964-1985)

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História

Imprensas alternativa, clandestina e no exílio (e outros meios de divulgação) durante a
ditadura militar (1964-1985)

Disciplina: Ensino de História: Teoria e Prática
Docente: Prof.ª Dr.ª Antonia Terra Calazans Fernandes

Nome/Nº USP: Rodrigo dos Santos Souza – 7619934
Período: Noturno

 

 

 Introdução

Esta sequência didática tem por finalidade propor alguns planos de aula para
professores de diferentes séries, nos níveis do(s) Ensino(s) Fundamental e Médio, a respeito
das publicações das imprensas alternativa, clandestina e no exílio – e de outros meios de
divulgação (cartazes, panfletos, fanzines etc.) – durante o período da ditadura militar (1964-
1985). A sequência também tem o objetivo de relacionar as questões levantadas nesses
documentos históricos aos dias atuais. Para tanto, serão apresentadas algumas capas das
referidas publicações, assim como outras sugestões de modalidades de apresentação (tais
como vídeos, slides, leitura em sala e atividades extraclasse) para que o professor tenha
diferentes opções sobre como conduzir uma aula acerca do assunto de sua escolha e dentro
das suas possibilidades, levando em consideração a duração de uma aula de 50 minutos.

 

Serão sugeridas atividades para uma aula, mais de uma aula e extraclasse.

 

Plano de aula 1

- Para todos os alunos a partir da 5ª série.

Atividade 1: Exibir diversos cartazes, panfletos, jornais e revistas alternativas que circularam
durante o período da ditadura militar (1964-1985).

Atenção, professor: abaixo estão alguns exemplos e sugestões, mas o próprio docente pode
selecionar o conteúdo do que queira trabalhar com a classe.

 

Observações: o professor tem diversas alternativas para realizar essa exibição. É possível
acessar capas de publicações, panfletos e cartazes do período da ditadura nos sites:
<http://resistirepreciso.org.br/> e <http://vladimirherzog.org/>
Alguns desses conteúdos foram publicados nos livros As Capas desta História, Os Cartazes
desta História e Protagonistas desta História, de autoria de José Luiz Del Roio, José Mauricio
de Oliveira, Ricardo Carvalho (coordenador), Vladimir Sacchetta (orgs.). O site do projeto
Resistir é Preciso conta com um suplemento (do livro Os Cartazes desta História) de apoio ao
professor, com sugestões de atividades e temas de aula, na seguinte página:
<http://www.resistirepreciso.org.br/pageFlip/apoio_aos_educadores/index.html>

 

O Instituto Vladimir Herzog também oferece um modo de doação de livros para as
instituições de ensino que se interessem em utilizá-los como materiais didáticos. As doações
são feitas apenas para as instituições, não para os professores, garantindo que o material
permaneça no acervo da escola. Para a realização dessa doação, a escola deve enviar um
plano de utilização do material e, após o deferimento do instituto, iniciam-se os trâmites de
doação. O professor também pode adquirir os exemplares em algumas livrarias ou no próprio
instituto ou, se preferir, solicitar os arquivos digitalizados em alta resolução. Há ainda o projeto
Vlado Educação, que desde 2013 trabalha com o tema dos direitos humanos nas escolas.
Caso o professor tenha interesse em se aprofundar nesse assunto antes de planejar a sua
aula, basta agendar uma visita para conhecer o projeto. Mais informações através do email e
telefone do instituto: contato@vladimirherzog.org / (11) 2894-6650.

 

A modalidade de exibição acima sugerida pode ser feita principalmente através da
exibição de slides ou da versão impressa dos periódicos e cartazes. Entretanto, há a
possibilidade muito mais enriquecedora de trabalhar com fac-símiles desses materiais. O
acervo dos documentos originais, na íntegra, está em poder do CEDEM (Centro de
Documentação e Memória) da UNESP. A maior parte do material está digitalizada, apesar de
não estar disponível em um banco digital acessível pela internet. Para ter acesso a esse
conteúdo, o professor pode agendar uma visita ao CEDEM. Mais informações em:
<http://www.cedem.unesp.br/#!/fale-conosco/>

 

A proposta da atividade 1 é permitir a visualização, e se possível o contato, por parte
dos alunos com o referido material. Seria interessante fazer com que os fac-símiles circulem
pela sala para ampla avaliação dos estudantes. Em seguida fazer perguntas do tipo: o que
vocês estão vendo? Já tinham visto esse material ou parte dele antes? O que vocês
entenderam de cada um deles? Quais deles chamaram a sua atenção e por quê? De que ano
são os exemplares que vocês estão visualizando? O que eles dizem nos textos e por que
vocês acham que eles estão dizendo isso? O que eles têm em comum? E de diferente? Existe
alguma coisa neles que lembrem os nossos próprios dias?

 

Através dessas perguntas, o professor tentará despertar o interesse da classe. Ao
avaliar as opiniões e dúvidas levantadas pelos próprios alunos, o professor terá uma noção de
como pode conduzir a aula. Após abrirem a discussão, ou chegarem a um consenso, o
professor poderá perguntar o que eles sabem sobre imprensa alternativa e/ou meios não
comerciais de divulgação (de ideias, de reivindicações, de eventos etc.). Para que servem
esses veículos de comunicação? Qual era o seu propósito na época em que foram publicados?
Qual é o propósito nos dias de hoje? Que tipos de ideias eles estão discutindo? Como e por
que estão discutindo?

Atividade 2: Fazer as seguintes perguntas: Como poderíamos dividir esse material, levando em
conta os diferentes títulos dos periódicos e os assuntos que eles abordam? Que divisões
temáticas vocês, alunos, proporiam?

A partir da triagem proposta pelos alunos, e orientada pelo professor, dividi-los em grupos que
tenham interesse em abordar cada uma das questões por eles mesmos levantadas. Por
exemplo: direitos indígenas; racismo, questões raciais e história dos afrodescendentes;
feminismo e direitos das mulheres; questões de gênero e sexualidade; pobreza; questões
trabalhistas (greves, sindicatos etc.); violação de direitos humanos; resistência armada;

censura; entre outros. Em seguida consultar os alunos sobre o que eles conhecem sobre os
referidos temas em relação aos nossos dias e quais exemplos atuais poderiam apontar.
O objetivo dessa aula introdutória é abrir o assunto da imprensa alternativa do período
militar, e afins, e os diferentes conteúdos que circularam naqueles anos, relacionando-os à
atualidade. A partir dos resultados obtidos nessa aula inicial, o professor poderá planejar as
próximas aulas conforme achar adequado.

 

Plano de aula 2
Observações: esse plano será proposto para uma eventual aula seguinte à do primeiro plano.
Ele será divido em duas partes. Uma para o Ensino Fundamental (da 5ª à 8ª série) e outra para
o Ensino Médio.

 

Atividade 1: Para todos os alunos (dos Ensinos Fundamental e Médio). Exibir o 3º episódio do
documentário Resistir é Preciso, cujo título é “Começa a ditadura militar. A resistência pela
imprensa também” e que aborda o surgimento da imprensa alternativa no período
imediatamente posterior ao golpe militar de 1964. O documentário foi dirigido por Ricardo
Carvalho e produzido por Pablo Torrecillas e Rodrigo Castellar. O referido episódio está
disponível nos seguintes links:
<http://tvbrasil.ebc.com.br/resistir-e-preciso/episodio/a-resistencia-pela-imprensa-tambem>
<http://www.youtube.com/watch?v=84KsQFZ-tic>

 

Atenção, professor: Este episódio tem pouco mais de 25 minutos de duração, o que tomará,
aproximadamente, a metade da aula. Por isso, caso o professor disponha de uma única aula
com a turma em um determinado dia, as outras atividades deverão ser curtas e objetivas.
Ao final da reprodução do vídeo, fazer perguntas parecidas às da primeira aula: O que
acharam do vídeo? O que vocês entenderam? O que lhes chamou a atenção? Em relação à
última aula que tivemos, esse vídeo foi mais esclarecedor? O que gostariam de discutir ou
opinar a respeito? Perguntar se os alunos notaram alguma diferença nos periódicos a partir de
dezembro de 1968 (quando foi decretado o AI-5), se notaram alguma particularidade no ano de
1975 (declarado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher) e nos anos próximos a 1979
(ano da Anistia). Fazer essas perguntas antes de comentar os assuntos para descobrir se os
alunos já tinham percebido essas questões por conta própria.

 

Atividade 2: (para os alunos da 5ª à 8ª série). Baseado no material que viram na primeira aula e
nas discussões subsequentes, propor que os alunos retomem os grupos e elaborem cartazes
que remetam àquelas mesmas questões no contexto dos dias atuais (direitos indígenas,
racismo, feminismo, questões de gênero e sexualidade, pobreza, questões trabalhistas etc.).

 

Caso não dê tempo de os grupos terminarem os cartazes ainda nessa aula, pedir que os levem
e terminem em casa (podem fazer a reunião na casa de um dos colegas). Também solicitar
que aproveitem esse tempo para discutirem a aula, pesquisarem mais sobre os assuntos que
lhes interessaram e consultarem os livros didáticos. Na aula seguinte deverão apresentar os
cartazes e, se possível, discutir algumas das ideias que tiveram. Depois, o professor e a classe
poderão colar os cartazes em algum mural ou painel da sala ou do pátio da escola, se a
direção e/ou a coordenação da escola permitirem.

 

Atividade 2: (para alunos do Ensino Médio). Depois da exibição do vídeo e após fazer as
mesmas perguntas que foram propostas para os alunos do Ensino Fundamental, o professor
deverá propor que os grupos montem seminários sobre os mesmos assuntos que foram
discutidos anteriormente. Não precisa ser alguma coisa muito pretensiosa, basta que os grupos
façam uma breve pesquisa sobre a história dos periódicos que escolheram, discutam algumas
de suas principais ideias e tentem relacioná-las com as mesmas questões nos dias atuais. O
professor pode sugerir que os grupos assistam, em casa, os outros episódios do documentário
Resistir é Preciso para se aprofundarem nos assuntos de seu interesse. São dez episódios no
total, com duração média de 25 minutos. Todos estão disponíveis no Youtube e no seguinte

Link: <http://tvbrasil.ebc.com.br/resistir-e-preciso/episodios>
Abaixo seguem alguns exemplos de periódicos que trataram de tais questões e algumas
sugestões de discussões:
- Direitos indígenas:

 

 

Algumas das questões indígenas do período militar permanecem atuais. Os alunos
podem tentar fazer uma comparação daquela época com os nossos dias. Podem discutir o
problema da demarcação de terras e da criação de reservas indígenas (e citar, como exemplo,
os conflitos dos guarani-kaiowá com produtores rurais).

- Racismo, questões raciais e história dos afrodescendentes:

 

Aqui os alunos podem discutir a controversa questão do sistema de cotas para negros
em instituições de ensino públicas e privadas. Também podem discutir a lei recém-aprovada
pelo senado e sancionada pela presidente Dilma Roussef que institui cotas raciais nos
concursos públicos federais (incluindo empresas estatais e mistas, autarquias e fundações).

 

Outro assunto interessante é se existe ou não o racismo no Brasil. Pode ser citado o caso
recente de um adolescente negro que foi torturado e amarrado nu a um poste por um grupo de
justiceiros no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro (31.01.2014), após ser considerado um

menor infrator por supostos roubos cometidos no Aterro do Flamengo. Pode-se aproveitar essa
última discussão para abordar a polêmica da redução da maioridade penal. Abaixo, um
exemplo de cartaz do período militar que aborda a questão do menor marginalizado:

 

 

- Feminismo e direitos das mulheres:

 

 

 

Podem ser discutidas as conquistas das mulheres nos últimos anos, como a Lei Maria
da Penha, sancionada em 2006, que visa coibir a violência doméstica; o sistema de cotas
vigente na Legislação Eleitoral, que obriga os partidos políticos a inscreverem, no mínimo, 30%
de mulheres nas chapas proporcionais; o fato de Dilma Roussef ser a primeira mulher a ocupar
a Presidência da República; a descriminalização do aborto de fetos anencéfalos, aprovada em
2012 pelo Supremo Tribunal Federal etc.

 

- Questões de gênero e sexualidade:

 

 

Os alunos podem discutir com o professor alguns avanços recentes nos direitos de
cidadania dos grupos LGBTTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e
Transgêneros). Pode-se discutir o polêmico projeto de lei que tramitou no Congresso Nacional
e que pretendia criminalizar a homofobia no Brasil (Projeto de Lei Complementar PLC 122/06);
o direito, reconhecido pelo Superior Tribunal de Justiça em abril de 2010, de casais
homossexuais adotarem filhos; o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo
sexo, por parte do STF, em maio de 2011; a obrigatoriedade, aprovada pelo Conselho Nacional
de Justiça em 14 de maio de 2013, dos cartórios de todo o país celebrarem o casamento entre
homossexuais.

 

- Questões trabalhistas:

 

 

 

 

 

Os alunos podem discutir a política de reajuste do salário mínimo acima da inflação (cuja
fórmula pode ser suspensa em 2015) e as reivindicações de movimentos sindicais por
mudanças na legislação trabalhista (tais como a redução da jornada de trabalho de 44 horas
semanais para 40 horas semanais, o fim do fator previdenciário e o fim do PL 4330, que trata
da terceirização). Na contramão da última tendência, pode-se mencionar a progressiva
dessindicalização e desregulamentação do mercado de trabalho, conforme defende parte da
iniciativa privada.

 

 

Também é interessante falar sobre a recente onda de greves no país, como a dos
policiais civis em 13 estados; a dos correios; a dos rodoviários no Rio de Janeiro e em São
Paulo; a dos garis no Rio; a dos metroviários em São Paulo; a dos professores da rede pública
municipal de ensino de São Paulo; dos docentes e servidores de institutos e universidades
federais; dos professores, alunos e funcionários das três universidades estaduais de São Paulo
(USP, UNESP e Unicamp) etc. Pode-se colocar em discussão o fato de algumas greves dos
diferentes setores serem contrárias às decisões de seus respectivos sindicatos, o que sugere
uma crise de representatividade no seio da própria classe trabalhadora.

 

 

- Eleições diretas e manifestações populares:

 

 

 

 

 

Os alunos podem discutir o movimento civil Diretas Já, que reivindicou o direito da
sociedade de eleger o presidente da república no processo de redemocratização do Brasil,
entre 1983 e 1984. Pode-se mencionar o fato de estarmos vivendo o período mais longo em
um regime democrático (3 décadas seguidas) e seguirmos para a sétima eleição direta para
presidente da república em 2014. Também é oportuno debater sobre as manifestações pelo
impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello em 1992 e os protestos ocorridos
em junho de 2013 (conhecidos como Manifestações dos 20 centavos, Manifestações de
Junho ou Jornadas de junho).

- Imprensa e censura:

 

 

É recomendável abordar a chamada Lei de imprensa, instituída sob a vigência da
Constituição de 1967, e que vigorou até 30 de abril de 2009, quando foi revogada pelo
Supremo Tribunal Federal. Ou seja, uma lei de imprensa instaurada no período da ditadura
militar e que continuou vigente mesmo após a Constituição de 1988, em pleno Estado
Democrático de Direito. Outra questão polêmica é a proposta de criação de uma agência
reguladora de mídia, que visaria fiscalizar os setores de imprensa e restringir os monopólios
dos meios de comunicação. Neste último caso, pode-se discutir se essa proposta de
regularização poderia ensejar algum tipo de censura ou ameaça à liberdade de expressão.

- Anistia e redemocratização:

 

 

 

 

 

Aproveitando a discussão sobre o feminismo, os alunos podem introduzir o tema da
anistia mencionando o Movimento Feminino pela Anistia, liderado por Therezinha Zerbini.

 

Pode-se falar da criação, em 1978, do Comitê Brasileiro pela Anistia, que congregou várias
entidades da sociedade civil, com sede na Associação Brasileira de Imprensa. Após a menção
à Lei nº 6.683, popularmente conhecida como Lei da Anistia, promulgada pelo presidente
João Batista Figueiredo em 28 de agosto de 1979, pode-se abordar a tentativa de revisão
dessa lei por algumas entidades de direitos humanos, familiares de perseguidos políticos e a
OAB, que apoiam a tese de que a Lei da Anistia não inclui os crimes praticados por agentes da
ditadura – tortura, desaparecimento, homicídios e outros. Para dar continuidade ao assunto,
pode ser discutida a criação da Comissão Nacional da Verdade, cujo objetivo é investigar
violações de direitos humanos consideradas graves, ocorridas entre 1946 e 1988 no Brasil e
perpetradas por agentes do Estado.

 

Sugestões de atividades extraclasse
O professor pode convidar os pais ou responsáveis pelos alunos para verem os cartazes
elaborados pelos estudantes da 5ª à 8ª série. Se for possível e houver espaço, o professor
pode reunir pais e alunos para assistirem a alguma palestra a respeito da ditadura militar e da
questão dos direitos humanos. Podem ser convidados, por exemplo, palestrantes do Instituto
Vladimir Herzog; basta agendar uma visita. Outra possibilidade é que o professor leve os
alunos para alguma exposição sobre a ditadura militar, como a exposição “Resistir é Preciso...”,
idealizada pelo Instituto Vladimir Herzog. Mais informações em:
<http://www.resistirepreciso.org.br/ccbb/index.php>

 

 

Bibliografia

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AnexoTamanho
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