Projeto de construção de uma linha do tempo da história da escola

Nome: Raphael Leon de Vasconcelos Período: vespertino

Nº Usp: 7199008

Sequência didática

Projeto de construção de uma linha do tempo da história da escola

-Nós somos história-

Universidade de São Paulo

São Paulo – 2º semestre de 2014

 

 

Sequência didática

 

Objetivos:

A presente sequência didática possui como objetivo fazer com que o estudante se sinta parte da escola e da própria história. Muitas vezes história é vista como uma matéria muito distante do cotidiano das crianças e dos jovens, assim o trabalho é um esforço de aproximação. A partir do estudo da própria escola a qual eles estudam, será feito algumas reflexões sobre o estudo, sobre fontes e sobre análise e pesquisa. O trabalho final consiste na montagem de uma linha do tempo história da escola a partir da perspectiva dos próprios estudantes.

 

Pompéia no Tempo: Ontem e Hoje no Bairro

• Aluno (a): Bruno A. Ribeiro
• Disciplina USP: Ensino de História: um desafio pedagógico
• Docente responsável: Prof. Antonia Terra Calanzas
 

 

Material audiovisual produzido por Bruno A. Ribeiro sobre o bairro da Pompéia, em São Paulo. Contém fotografias do bairro em diferentes tempos. Duração de aproximadamente 00:05:46.

 

Apresentação

Pompéia no Tempo: ontem e hoje no bairro

Para ouvir a loucura: o silêncio e a manipulação na Ditadura Militar (1964 – 1985)

Aluno: Rafael Lima Capellari Nº USP: 6837800
Ensino de História: Teoria e Prática Profª Drª Antonia Terra Calazans Fernandes
Sequência didática
Para ouvir a loucura:
o silêncio e a manipulação na Ditadura Militar (1964 – 1985)

 

Sequência Didática


O presente trabalho busca trazer um aspecto pouco explorado sobre a ditadura militar, ainda menos explorado no que diz respeito ao seu caráter pedagógico. A loucura, como conhecimento médico fica, normalmente, fechada à discussão. No programa “Sem censura” de 2009, que debateu a reforma psiquiátrica, por vezes, os argumentos ficavam engessados no termo “é uma doença”. Não me posiciono aqui contra ou a favor da criação de leitos, mas tratar a questão apenas desta forma não basta. A reforma psiquiátrica está diretamente relacionada com a abertura política. Durante a ditadura presos políticos foram encarcerados em Hospícios e a arbitrariedade nas internações revelava a arbitrariedade com que se encontravam os direitos do cidadão.


O papel desta sequência didática é instigar o aluno. Trazer para ele a brutalidade da atuação da ditadura sobre a vida e sobre a sociedade. A questão da superlotação e do descaso dos chamados “depósitos humanos” se tornou tão latente durante a ditadura militar que um movimento de funcionários e da população se mobilizou nos anos 70 para rever e garantir condições humanas para os internados e cabe ressaltar que Basaglia e Foucault já haviam visitados os hospitais psiquiátricos no Brasil e relatados suas posturas negativas quanto às condições destes locais.